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Saiba como manter a hidratação no calor do verão; opções vão de água a frutas

Vendedores comemoram o aumento das vendas, mas reclamam dos preços nos fornecedores

Camila Guimarães

Com a chegada do verão, Belém atinge facilmente altas temperaturas, devido ao clima quente e úmido característico da região. Nessa época, a venda de produtos que aplacam o calor e ajudam a manter a hidratação faz sucesso na capital paraense, por isso, costuma ser um período esperado por vendedores de água, refrescos, picolés e mesmo frutas geladas. Entretanto, a temporada também é marcada pelo aumento no preço dos produtos, conforme relatam os vendedores.

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Cláudio Maia, de 70 anos de idade, é vendedor há mais de 60 anos no Ver-o-Peso, em Belém. Assim como o clima, o seu comércio também muda para seguir as tendências do período. Ele conta que, antes do verão, tirava o sustento da venda de frutas na feira, mas a chegada dos dias quentes o fez mudar a estratégia para lucrar mais:

Com o verão, tem que aproveitar para vender a fruta gelada. As pessoas só comem as coisas geladas quando estão com sede, tanto que de 10h em diante, até umas 15h, é o horário que vende mais. Agora eu vendo só o abacaxi, que está saindo mais e também está na safra”, ele conta.

Vendedor mudou de negócio para aproveitar a tendência do verão. (Thiago Gomes / O Liberal)

Para Cláudio, vender a fruta da época tem sido mais em conta, apesar de ter notado o aumento no valor do abacaxi, que acaba sendo repassado para o consumidor final: “A fatia era R$ 1, mas agora está R$ 2. É preciso cobrar para ter algum lucro”.

Para o vendedor de picolés, Honório dos Santos, o verão é o período em que ele consegue dobrar o volume de vendas, mesmo que o preço do produto aumente: “No verão a gente vende 100 picolés, rápido. No inverno passa o dia todo para vender 50. Hoje em dia também dá para cobrar R$ 2,50. No inverno era mais barato. No fornecedor também ficou mais caro. Antes a gente conseguia comprar por R$ 0,50 e hoje não mais”.

No verão, as vendas de picolés chegam a dobrar. (Thiago Gomes / O Liberal)

A vendedora de polpas, Nazaré Barros, conta que os fornecedores justificam o aumento nos preços por causa dos custos de transporte, devido o aumento dos combustíveis, um problema que veio piorando durante a pandemia: “Depois da covid, a polpa do maracujá mais que dobrou o preço. A gente conseguia comprar uma saca a R$ 30, mas depois chegamos a comprar até por R$ 200. Agora, parece que está baixando de novo”.

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A comerciante, Raimunda Moreira, vendedora de coco há mais 40 anos na Praça Frei Brandão, no centro histórico de Belém, também tem sentido o aumento no preço dos produtos, por isso, não pode vender um coco por menos de R$ 5, diferente de outras épocas, em que o produto chegava a custar R$ 3. “Está tudo caro!  Às vezes a gente compra o coco fiado para revender e depois pagar. Por isso não dá para vender por menos, até porque ainda tem o canudinho, lenço, colher, e tudo isso é um gasto”.

No calor, é indispensável os cuidados com hidratação

A nutricionista Natália Faria explica que ter atenção com a hidratação do corpo é fundamental no verão. Diferente do que muita gente imagina, não é preciso esperar sentir sede para se hidratar: “Ao longo do dia, devemos ingerir líquidos e nunca esperar ter a sensação de sede, pois esse já é um sinal de desidratação”.

Diante da variedade de produtos que ajudam a amenizar o calor, a nutricionista orienta: “Outras bebidas também são boas aliadas, como água de coco, isotônicos e sucos de frutas naturais. Adultos e adolescentes devem consumir, em média, no mínimo dois litros. Já as crianças, 1,2 litro por dia”. E deixa a dica: “Tenha em mãos a sua própria garrafinha”.

Belém
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