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Sombrinha: acessório é aliado dos paraenses o ano todo; saiba qual melhor modelo para o verão

Vendedores dizem que a procura pelo item é constante, mas ainda assim o lucro tem caído

Camila Guimarães

O inverno amazônico chega ao fim e o verão já anuncia sua chegada, mas elas continuam presentes nas ruas faça chuva ou faça sol: as sombrinhas. Praticamente item de primeira necessidade para moradores da região, as sombrinhas são grandes aliadas de quem precisa se adaptar ao clima quente e úmido, ensolarado e também chuvoso de Belém. No comércio, os vendedores garantem que a procura pelas sombrinhas dura o ano todo.

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O comerciante Samuel Silva, de 52 anos, vende sombrinhas há mais de 20 anos na área comercial do bairro da Campina, em Belém. Ele afirma que as vendas sempre costumam alavancar com a chegada do período chuvoso, mas que a entrada do verão não significa, necessariamente, uma temporada de baixa nas vendas:

“Quando chega a época de inverno, a gente vende muito, mas quando chega o verão, continua vendendo. As mulheres são as principais freguesas, porque elas são as que mais procuram mais se proteger do sol”, ele conta.

Apesar da procura, lucro das vendas tem caído

No comércio, o preço das sombrinhas variam bastante. Há desde modelos mais simples, que chegam a custar R$ 15, até modelos mais caros, custando próximo aos R$ 50. Entretanto, Samuel diz que, enquanto comerciante, está vivendo um tempo difícil para abastecer o estoque:

“O preço nos fornecedores está horrível. A gente está pagando muito caro para revender, então o lucro caiu bastante. A gente cobra R$ 30 em uma sombrinha, as pessoas choram para pagar R$ 25 e a gente aceita só para não deixar de vender. Às vezes o lucro é só R$ 2. Antes o lucro era de R$ 5, R$ 7”, comenta.

Clientes valorizam modelos mais resistentes de sombrinhas. (Ivan Duarte / O Liberal)

Modelos atendem a diversos perfis de clientes

Samuel conta que um dos fatores que faz variar muito o preço das sombrinhas é o tamanho e qualidades adicionais, como a proteção contra a radiação solar, por exemplo, que é uma característica valorizada pelo público feminino:

A melhor sombrinha no momento é essa que tem proteção solar e serve para chuva e sol. Ela tem um forro de proteção que, quando a pessoa anda no sol, impede que os raios que fazem mal à saúde cheguem na pele. Dessa, as mulheres compram mais”.

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Por um modelo como esse, Samuel cobra, em média, R$ 30, dependendo do tamanho e modelo, o que varia bastante de acordo com o gosto e também com o perfil de cada cliente:

“Geralmente tem uma sombrinha para cada ocasião ou para cada tipo de pessoa né? Tem gente que não gosta de usar aquelas sombrinhas de cabo longo, principalmente os mais jovens, que preferem os modelos pequenos, de bolsa, para não incomodar e ocupar as mãos. É mais uma questão de praticidade mesmo”.

Muitos não saem de casa sem sombrinha

Para a técnica de enfermagem Rita Leal, que não sai de casa sem estar prevenida com uma sombrinha, o importante é que o acessório seja resistente: “A minha sombrinha quebrou e eu estou aqui comprando outra, porque é sempre necessário. Não dá para se preocupar só com a chuva ou o sol, tem que ser com os dois. E como nosso clima é imprevisível, a gente tem que andar com uma sombrinha na bolsa estando chovendo ou não”.

Rita considera que, por serem tão populares em Belém, é muito comum que os preços das sombrinhas variem muito de loja em loja, principalmente dos modelos mais resistentes: “por isso eu sempre dou uma pesquisada para comprar uma boa que não seja tão cara”.

Belém
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