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STF mantém Robinho preso em regime fechado por estupro na Itália

Maioria dos ministros votou contra recurso da defesa, que tentava suspender cumprimento da pena de nove anos no Brasil.

Estadão Conteúdo

O ex-jogador Robinho continuará preso em regime fechado na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo. O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta terça-feira (27) para manter a condenação imposta pela Justiça italiana, onde o ex-atacante foi sentenciado por estupro coletivo em 2013.

A defesa pedia a suspensão do cumprimento da pena no Brasil, mas o habeas corpus já havia sido negado anteriormente pela Corte. O relator do caso, ministro Luiz Fux, votou pela manutenção da prisão e foi acompanhado por Alexandre de Moraes ainda em março. Em abril, Gilmar Mendes pediu vistas e, no último dia 12 de agosto, votou pela soltura do ex-jogador.

Com o retorno do processo a julgamento, outros ministros acompanharam o relator. Votaram por manter Robinho preso Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin. Com seis votos favoráveis, não foi necessário que os ministros Luiz Roberto Barroso, Carmen Lúcia, Nunes Marques e Flávio Dino se manifestassem.

Esta foi a segunda vez em que Gilmar Mendes divergiu sobre o caso. Em novembro de 2023, ao analisar outro recurso da defesa, ele se uniu a Dias Toffoli pela liberdade de Robinho. A votação terminou em 9 a 2 pela manutenção da prisão em regime fechado.

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Por que Robinho foi condenado na Itália

O ex-atacante foi condenado a nove anos de prisão por estupro de uma jovem albanesa em 2013, quando atuava pelo Milan. O crime ocorreu em uma boate de Milão e envolveu outros cinco amigos do jogador. Um deles, Roberto Falco, também cumpre pena, enquanto os demais não foram julgados.

Robinho tentou recorrer em todas as instâncias da Justiça italiana, mas a condenação foi confirmada em definitivo em 2022. Nesse período, ele já havia retornado ao Brasil. O governo italiano pediu a extradição, mas como a Constituição não permite enviar cidadãos brasileiros ao exterior, foi solicitada a execução da pena no Brasil.

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