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Campeão de tudo com o Paysandu, Gino relembra clássicos contra o Remo no Baenão: 'fomos felizes'

Eterno capitão bicolor, Gino marcou um dos gols do Paysandu na última vitória alvicleste dentro do Baenão

Fabio Will

O início dos anos 2000 foi marcante para a torcida do Paysandu, títulos, jogos memoráveis e clássicos que não saem da memória. A última vez em que o Paysandu enfrentou o Remo no Baenão antes do retorno do mangueirão, em 2002, foi no dia 7 de abril daquele ano, pela Copa Norte, vitória bicolor por 2 a 1, com gol de Gino e Marcos. Após 20 anos, o eterno capitão do Papão, Gino, relembra a última vitória bicolor no Baenão, fala do grupo forte que o clube montou e da atmosfera que é jogar um clássico na casa do rival.

“Tive a oportunidade de jogar em alguns clássicos contra o Remo. Peguei um grupo muito bom, jogadores de altíssima qualidade, tanto que os feitos conquistados pelo Paysandu envolveu todos esses atletas como as conquistas do Campeonato Brasileiro, Paraense, Copa Norte, Copa dos Campeões. Foi uma sequência muito forte, uma base, mas principalmente os caras que entravam durante a partida, com meninos que subiram como o Albertinho, Magnum”, disse.

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Gino citou várias partidas vencidas pelo Paysandu dentro da casa do rival e detalhou a importância de um resultado positivo para o clube na sequência da Série C.

“O time do Remo era forte, mas o nossos encaixava muito bem. Todas as oportunidades que tivemos que jogar contra o Remo no Baenão fomos felizes. A atmosfera é totalmente diferente, o atleta precisa ter ciência que o jogo não move o campeonato, mas muda o dia a dia de qualquer um. A vitória no clássico, mesmo não estando bem na competição, dá uma moral enorme e o time cresce na disputa”, comentou.

Para Gino, o clássico Re-Pa é um campeonato à parte e que é necessário que os atletas tenham a real situação de o quanto esse clássico é importante na vida do clube.

“O jogador precisa estar ciente no que representa uma vitória no clássico, para a história do clube e principalmente no futuro próximo. Entrar com raça e determinação, como o Paysandu vem fazendo e com uma pontuação bem legal, mas que pode definir uma classificação em um futuro próximo. Já uma derrota para o maior rival, traz dor de cabeça, demissões, desconfiança”

O eterno capitão alviceleste sente saudade dos tempos em que atuava pelo Paysandu e afirma que o clássico Re-Pa é um das melhores partidas de jogar. Gino confia no Papão e espera um triunfo alviceleste.

“Esse é o jogo mais gostoso de atuar, jogo grande, bom, com rivalidade são as partidas mais gostosas de jogar. A expectativa é que o Paysandu faça um grande jogo, que saia com uma bela vitória”, finalizou.

Paysandu
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