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Ministra Damares destaca ações no Estado: 'minha responsabilidade aumenta, pois agora sou paraense'

Cumprindo agenda em Belém, a ministra esteve na redação integrada do Grupo Liberal, onde falou sobre investimentos para o Pará e as ações do Abrace o Marajó

Sérgio Chêne

Após cumprir extensa agenda durante a manhã e tarde desta terça-feira (28), oportunidade em que recebeu o título de Cidadã Paraense pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MFDH), Damares Alves visitou o grupo Liberal. A representante do governo Bolsonaro foi recebida pelo diretor de Conteúdo, Daniel Nardin. 

Após ser entrevistada pelas equipes de reportagem do jornal, TV, Rádio Liberal e conhecer a redação integrada, a ministra Damares Costa concedeu entrevista exclusiva ao portal O Liberal. Ela esteve acompanhada dos deputados federal Joaquim Passarinho (PSD-PA) e os estaduais Raimundo Santos (Patriota) e Dra. Heloísa (DEM), além de alguns assessores. “Estou honrada, feliz, emocionada. Só que agora minha responsabilidade aumenta, pois agora sou paraense”, disse sobre o título recebido de cidadã.

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Em 40 minutos de entrevista, a paranaense Damares Alves tratou das atuais ações do governo federal no estado, sobretudo no arquipélago do Marajó com o programa Abrace o Marajó, que elevou de 101 para cerca de 140 ações e investimentos previstos da ordem de R$ 19 milhões. Ela adiantou que o programa ganhará uma sala na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

Damares Alves participou de reuniões ao longo do dia com representantes de entidades ligadas a movimentos de mulheres e de artesãos, do setor produtivo representado pela Faepa, Associação Comercial e Fiepa. Reuniu-se também com governador do estado, Helder Barbalho, e com prefeitos. "Nós atualizamos o programa de trabalho Abrace o Marajó. A gente precisava atualizá-lo (governador) sobre as novas ações do programa. Não tem como fazer um programa desse tamanho sem contar com os municípios e com o estado", salientou.

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Área de tensão no Xingu, processos direitos referentes a antigos garimpeiros de Serra Pelada e crianças indígenas do estado são alguns "diálogos" que o Ministério deve se debruçar, juntamente com o governo estadual, a fim de encontrar soluções. "Essas foram três pautas que devemos estar dialogando com o governador Helder Barbalho". Nesta quarta-feira, 29, a ministra Damares Alves vai anunciar investimentos na cidade de Ananindeua referentes à construção da Casa da Mulher Brasileira.

Investimentos nas áreas de energia e conectividade, reformas de escolas, Casa da Mulher Brasileira e central de Direitos Humanos por meio de embarcações da Caixa Econômica Federal são algumas das ações já executadas e outras previstas para serem desenvolvidas nos 16 municípios do arquipélago do Marajó. "Esse pacote é para combater e enfrentar a violação dos direitos humanos", destacou. Outra novidade anunciada na entrevista foi a criação da Diretoria Nacional do Marajó. É uma nova instância administrativa criada na estrutura do Ministério.

Desafio

No início da entrevista, Damares Alves falou da importância de se estabelecer uma política pública destinada ao Marajó e justificou a escolha da região que tem uns dos mais baixos índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do País. A ministra justificou a escolha. “No Brasil e fora do Brasil tem muita gente que não entende ainda. Toda vez que eu vou falar do programa Abrace o Marajó, eu falo dele no País inteiro. A gente está apresentando o programa em outros países. As pessoas perguntam ‘Por que o Marajó ?’ ‘Por que vocês escolheram o Marajó?’ A minha resposta é ‘Por que não o Marajó?’ ‘Que discriminação é essa que não pode ser Marajó?’ ‘É para continuar um território esquecido abandonado?’ Mas a gente teve aí alguns elementos que levaram o governo Bolsonaro a escolher o território como um experimento de uma nova gestão de políticas públicas”, sustentou.

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“Nós queremos provar que temos políticas públicas coordenadas e com gestão transparente, com governança. E lá temos o menor IDH do Brasil, representada pela cidade de Melgaço. Escolhemos um território esquecido e muita dizia assim: mas é muito difícil fazer qualquer coisa lá”, afirmou a ministra. O comentário está atrelado à realidade de uma logística difícil para o desenvolvimento da região por conta do tipo de transporte mais utilizado, sobretudo. “Esse foi o ponto que mais nos desafiou. Porque se der certo num lugar tão difícil, vai dar certo em qualquer lugar do Brasil. Por isso foi o território escolhido”, revela Damares, que no balanço feito, lembrou o diálogo mantido com as prefeituras, comunidade e governo do Estado.

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