Irã nomeia aiatolá que vai comandar o país até escolha de novo líder
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei, também seguem no controle temporário do país
Alireza Arafi foi nomeado neste domingo (1°/3) como membro jurista do Conselho dos Guardiões, órgão responsável por comandar temporariamente o Irã e escolher um novo líder após a morte do líder supremo, Ali Khamenei, nesse sábado (28/2). Além dele, estão no controle do país de forma temporária o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei.
Conforme o Metrópoles, o Artigo 111 da Constituição iraniana, quando um líder supremo morre, cria-se um conselho de transição até que um novo mandatário seja eleito pela Assembleia de Peritos, que é um painel de líderes religiosos. O conselho funcionará até que 88 membros da Assembleia de Peritos escolham um novo líder supremo.
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A informação já havia sido divulgada pelo chefe de segurança do Irã, Ali Larijani. Segundo ele, os Estados Unidos e Israel “tentaram arquear e desmembrar o Irã”. Ele destacou que “os bravos soldados e a grande nação do Irã darão uma lição inesquecível aos opressores internacionais”.
Morte do líder do Irã
No sábado (28/2), presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante os ataques norte-americanos e de Israel contra o país. "Khamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto", escreveu o presidente dos EUA, na sua conta na rede Truth Social.
Trump afirmou que Khamenei e outros líderes iranianos foram incapazes de escapar da inteligência e de "sofisticados sistemas de rastreio" norte-americanos.
"Isso é justiça não apenas para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para os povos de vários países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e pela sua gangue de bandidos sanguinolentos", disse Trump.
Segundo o presidente norte-americano, membros da Guarda Revolucionária, das forças armadas iranianas e de outras forças de segurança do país têm desistido de lutar e procurado os Estados Unidos em busca de imunidade, após os ataques deste sábado.
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