Banco da Amazônia lucra R$ 799,9 milhões e amplia crédito focado em modernização e sustentabilidade
Instituição registra avanço de 19,4% na carteira de crédito, impulsiona “linhas verdes” e reforça papel estratégico na Amazônia Legal em 2025
O Banco da Amazônia encerrou os nove primeiros meses de 2025 com um lucro líquido de R$ 799,9 milhões, ao mesmo tempo, em que expandiu sua carteira de crédito para R$ 64,4 bilhões, aumento de 19,4% em comparação a setembro do ano passado. Os principais avanços da instituição neste ano incluem a modernização e a sustentabilidade, compromissos que o colocam como agente financeiro estratégico na Amazônia Legal. Para Luiz Lessa, presidente do banco, os resultados são uma comprovação de que é possível crescer com responsabilidade.
O patrimônio líquido atingiu R$ 7,3 bilhões, alta de 12,3%, e o Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE, na sigla em inglês) ficou em 15,6%, refletindo solidez e capacidade de geração de valor. Esses números refletem investimentos na modernização de processos internos, na transformação digital com a construção da infraestrutura tecnológica que dará suporte ao novo Core Bancário. O saldo da ampliação do uso de dados e automações, da padronização de fluxos e do fortalecimento da integração entre sistemas chega até o consumidor na forma de um serviço mais ágil.
"Estamos construindo um Banco mais moderno, seguro e conectado às necessidades do mercado. Os resultados dos três primeiros trimestres mostram que é possível crescer com responsabilidade, ampliar o impacto do crédito e, ao mesmo tempo, avançar em uma transformação estrutural que coloca o cliente no centro das decisões”, afirma o presidente do Banco da Amazônia.
Sustentabilidade como marca
A agenda Ambiental, Social e Governança (ASG) consolidou-se como um dos motores do desempenho recente do Banco, que registrou avanços expressivos em suas linhas de financiamento voltadas ao desenvolvimento sustentável. As chamadas “linhas verdes” movimentaram R$ 7,4 bilhões no período, crescimento de 23,8% em relação ao ano anterior, com investimentos concentrados em bioeconomia, energias renováveis e sistemas agroflorestais. Também houve expansão no apoio a empreendimentos de municípios de baixa e média renda, que somaram R$ 11,4 bilhões (+32,1%), além de R$ 3,8 bilhões destinados a negócios na faixa de fronteira, áreas consideradas de maior vulnerabilidade socioeconômica.
Na condição de gestor exclusivo do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), o Banco aplicou R$ 13,4 bilhões até setembro de 2025, avanço de 25,4% frente ao mesmo período anterior. O PRONAF apresentou o maior salto proporcional, alcançando R$ 1,7 bilhão em contratações, alta de 113,7%, e beneficiando mais de 24 mil agricultores familiares, número 82,1% superior ao registrado em 2024. O desempenho reforça o papel estratégico da instituição na mobilização de crédito de impacto e no fortalecimento das cadeias produtivas que sustentam a economia da região.
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"O Banco da Amazônia segue comprometido em fortalecer sua estrutura, ampliar o acesso ao crédito e impulsionar iniciativas que apoiem a transformação socioeconômica da região, unindo inovação, responsabilidade e sustentabilidade", completa Lessa.
O Banco também se manteve próximo das pautas climáticas internacionais, como na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30) e a Climate Week NYC 2025. A instituição trouxe em seus objetivos ao longo desses nove meses um engajamento na pauta da transição verde e na promoção de soluções financeiras alinhadas ao desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal.
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