Filhos de Brad Pitt perdem direito à herança sem o sobrenome? Entenda
Alteração do registro por parte dos jovens da família não implica automaticamente na perda de direitos sucessórios, segundo legislação da Califórnia
Os filhos do ator Brad Pitt, Maddox, 24 anos, e Zahara, 21, entraram com um pedido para remover o sobrenome "Pitt" de seus registros oficiais. A iniciativa, que já foi adotada por Shiloh, 21, e pelos gêmeos Knox e Vivienne, 18, não acarreta a perda automática de seus direitos à herança do pai na Califórnia, estado onde o artista reside, segundo a legislação local.
Para dar andamento ao processo de mudança, os jovens publicaram comunicados em jornais, conforme exigência da Justiça da Califórnia. Este procedimento visa à divulgação pública do pedido para que possíveis objeções possam ser apresentadas.
Como a lei da Califórnia trata a herança?
Apesar da retirada do sobrenome, os filhos não perdem automaticamente o direito à herança do ator. Na Califórnia, onde Brad Pitt reside, a distribuição dos bens após a morte é primordialmente definida pelo testamento deixado pelo proprietário do patrimônio.
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Pela legislação local, os pais não são obrigados a incluir filhos maiores de idade como herdeiros. Dessa forma, Brad Pitt tem a liberdade de decidir como dividir seus bens por meio de um testamento, podendo até não beneficiar os filhos em sua decisão.
Se o ator falecer sem deixar um testamento oficial, a sucessão patrimonial seguirá as regras previstas em lei. Nesse caso, a alteração de sobrenome não modifica o vínculo legal dos filhos com o patrimônio.
Contexto familiar e divórcio
Atualmente, Pax Thien Jolie-Pitt, de 22 anos, é o único entre os filhos que mantém o sobrenome do pai. O divórcio de Brad Pitt e Angelina Jolie, ocorrido em 2016, resultou na guarda dos seis filhos para a atriz.
Durante a separação, Angelina Jolie acusou o ex-marido de violência doméstica. A denúncia apresentada na época detalhou um episódio em que a atriz teria sido agarrada e sacudida pela cabeça em uma viagem de avião. O relato incluiu alegações de agressões contra os filhos ao tentarem defender a mãe. Na ocasião, os jovens tinham entre oito e 15 anos.
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