Confira 10 artistas do Pará para ficar de olho em 2026 🎶
Entre nomes já conhecidos e novas apostas, cena musical paraense promete um ano diverso e pulsante
Entre artistas já conhecidos do público e novos nomes que vêm ganhando espaço, o cenário musical do Pará segue em constante movimento. Para 2026, a expectativa é de ainda mais projeção para projetos que transitam por diferentes gêneros, do brega à aparelhagem, do indie rock aos ritmos tradicionais amazônicos.
Pensando nisso, O Liberal reuniu 10 artistas paraenses que merecem atenção este ano. Entre revelações e nomes que prometem estourar ainda mais, a lista mostra por que vale a pena pesquisar e acompanhar de perto cada um desses projetos.
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Loren
🎶 Gênero: brega
Bregueira conhecida nas festas de Belém, Loren já circula há anos pelo cenário musical paraense, mas segue em trajetória de ascensão. Dona de um vozeirão marcante, ela aposta no brega raiz e se tornou figura conhecida entre fãs do gênero, sendo chamada de “dona do baile”.
A cantora também se destaca pelos covers de brega e pelos vídeos de shows que circulam no YouTube, especialmente os chamados “melodys machucantes”, como ela mesma define. Em 2026, a tendência é de ainda mais visibilidade.
Caminhão Veneno
🎶 Gênero: aparelhagem
Aparelhagem não poderia ficar de fora da lista. O Caminhão Veneno, O Terremoto, vem se consolidando aos poucos e já marca presença em festas pelo Pará. Diferente das estruturas tradicionais, o projeto aposta em um paredão de som automotivo montado em um caminhão.
O set mistura melody, tecnomelody, rock doido, pagode, funk e músicas eletrônicas. Conhecido pela potência dos graves, o Caminhão Veneno atua no circuito de som pesado e deve ganhar ainda mais espaço em 2026.
Banda Samaúma
🎶 Gênero: tecnobrega
A banda Samaúma é um projeto em ascensão que aposta em músicas autorais, fugindo da lógica dos covers. O trio mistura tecnobrega, brega raiz, carimbó, cúmbia e outras brasilidades, criando uma sonoridade que o grupo define como Pop da Amazônia.
Formada por Naré, Exfera e Jean Bizet, a banda tem lançamentos nas plataformas desde 2021, mas passou a ficar mais ativa recentemente. A expectativa é que o projeto ganhe mais projeção ao longo de 2026.
Exfera
🎶 Gênero: DJ / eletrônico paraense
Integrante da banda Samaúma, Exfera também se destaca em carreira solo como DJ e produtor. Ele é conhecido pelos remixes de músicas populares, reinterpretadas com batidas e estética paraense, que circulam com força nas redes sociais.
Os beats envolventes e os edits autorais colocam Exfera como um nome para ficar de olho, especialmente pela presença crescente nas plataformas digitais.
Banda Verene
🎶 Gênero: indie rock
Direto da Amazônia urbana, a banda Verene se define como “indie rock da Amazônia”. O grupo mistura rock alternativo e pop, criando músicas que funcionam como crônicas da vida cotidiana, com reflexões geracionais e retratos da experiência urbana no Norte.
Formada por Berg Viana, Dionísio Fares, Felipe Palha, Gabriel Flexa e Giovanni Zeit, a banda lançou em 2025 seu primeiro disco de estúdio, Por Mais Uma Semana. A sonoridade própria faz da Verene uma aposta forte para 2026.
Grupo Boiaçuquara
🎶 Gênero: smooth jazz
Recém-criado, o Boiaçuquara aposta no smooth jazz misturado a pop e brasilidades. O grupo é formado por Malu Guedelha, Pedro Imbiriba, Rafael Guerreiro e Anderson Almeida.
Mesmo com poucos conteúdos publicados, os covers divulgados nas redes já chamaram atenção. Com Malu Guedelha nos vocais, nome conhecido no cenário musical paraense, o grupo já realiza shows em Belém.
Baby Plus Size
🎶 Gênero: DJ / rock doido
Você provavelmente já ouviu algum remix de Baby Plus Size, como o da música Caju, de Liniker, que chegou a ser vista e apresentada pela própria cantora. Conhecida como a “Boneca do Rock Doido”, ela é DJ e produtora musical paraense radicada no Sul do Brasil.
Com sets que misturam rock doido e música eletrônica, Baby Plus Size cresce a cada ano e promete trabalhos ainda mais fora da caixinha em 2026.
Carol Lyne
🎶 Gênero: brega / tecnomelody
A cantora paraense Carol Lyne iniciou a carreira ainda criança e ganhou destaque ao integrar a Banda da Loirinha e, depois, a Banda Batidão, onde se firmou no tecnomelody.
Em carreira solo, Carol resgata as essências do brega paraense e amplia sua identidade musical. O álbum de estreia, Viciei, lançado no final de 2025, mistura tecnomelody, pop, eletrônica, reggaeton e funk. O trabalho deve ganhar mais projeção este ano.
Baile do Mestre Cupijó
🎶 Gênero: siriá
Inspirada na obra de Mestre Cupijó, a banda Baile do Mestre Cupijó tem papel importante na valorização dos ritmos amazônicos, como o siriá e o banguê, tradicionais do Baixo-Tocantins.
O repertório mistura composições do mestre com músicas autorais da banda. Em 2024, o grupo lançou seu primeiro álbum de estúdio e um DVD ao vivo. Cada vez mais presente nas festas de Belém, o Baile do Mestre Cupijó deve seguir em evidência em 2026.
Sandrinha Eletrizante
🎶 Gênero: tecnobrega
Cantora, compositora e atriz, Sandrinha Eletrizante tem mais de 20 anos de carreira. Natural de Capitão Poço, iniciou na música ainda criança e integrou bandas como Chapéu de Couro, Trilha Sonora e Tropa do Forró.
Desde 2021 em carreira solo, Sandrinha aposta em ritmos paraenses como calypso, tecnobrega e carimbó. Recentemente, lançou o single Vai & Vem, com Marcelo Nakamura. Mesmo já conhecida no cenário local, segue surpreendendo e merece atenção em 2026.
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