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Dra. Sandra Lee, da série 'A Rainha dos Cravos', sofre AVC durante as gravações

A estrela do reality show precisou suspender as atividades de produção e iniciar cronograma de reabilitação motora e ocupacional

O Liberal
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A médica dermatologista Sandra Lee, protagonista do programa "Dra. Sandra Lee: A Rainha dos Cravos" e produtora de conteúdo sobre procedimentos cirúrgicos ambulatoriais, relatou a ocorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. O diagnóstico clínico refere-se à obstrução de uma artéria cerebral, interrompendo o fluxo sanguíneo e o aporte de oxigênio ao tecido encefálico.

Os sintomas manifestaram-se durante o cronograma de gravações de seu reality show. Em depoimento à revista People, Lee descreveu o início do quadro: "Aconteceu enquanto eu filmava o programa. Pensei que estivesse tendo uma onda de calor. Comecei a suar muito e não me senti eu mesma". Após o encerramento das atividades laborais, a médica dirigiu-se à residência de seus familiares, onde registrou fadiga e algia em um dos membros inferiores.

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A progressão dos sinais neurológicos ocorreu durante o período noturno e na manhã seguinte. A dermatologista relatou dificuldades de locomoção e perda de controle motor: "Notei que estava com dificuldade para descer as escadas. [...] Tentava segurar a minha mão e ela lentamente colapsava. Percebi que estava difícil de pensar e falar. Pensei: 'Estou tendo um derrame?'".

No ambiente hospitalar, os exames confirmaram a lesão cerebral. Sobre a constatação médica, Lee afirmou: "Foi um choque. Como médica, não poderia negar que estava com a fala enrolada, que sentia fraqueza de um dos lados do corpo, mas me perguntava: 'Isso é um sonho?'. O que aconteceu essencialmente é que parte do meu cérebro morreu".

O tratamento incluiu a suspensão das atividades profissionais por dois meses, período dedicado à fisioterapia e terapia ocupacional para reabilitação do equilíbrio e da coordenação motora. O retorno ao trabalho ocorreu em janeiro de 2026, após a recuperação da força e do controle de precisão nas mãos, necessários para a execução de cirurgias.

A médica identificou fatores de risco pré-existentes, como níveis de pressão arterial e colesterol sem controle clínico, associados ao estresse laboral. Ao analisar o episódio, concluiu: "Minha pressão e meu colesterol não estavam sob controle e tinha muito estresse na minha vida, lidando com pacientes e com o programa. Quero pensar que foi uma benção disfarçada, porque me lembrou de cuidar melhor de mim mesma".

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