Andressa Urach anuncia plataforma exclusiva após polêmica do vídeo com filho
A ex-Fazenda promete oferecer um espaço 'livre para criadores que estão cansados de mimimi de algumas plataformas'
Nunca cansada de estar envolvida em polêmicas, Andressa Urach, de 38 anos, voltou a chamar atenção nas redes sociais ao anunciar um novo projeto focado no mercado de conteúdo adulto, pouco tempo depois de viralizar com o anúncio de um vídeo ao lado do filho, Arthur Urach, de 20 anos.
No Instagram, Andressa revelou que está desenvolvendo sua própria plataforma, chamada Andressa Urach Videos, prevista para ser lançada no período de um mês.
Urach promete oferecer um espaço “livre para criadores que estão cansados de mimimi de algumas plataformas”, segundo suas palavras, reforçando a proposta de "liberdade para quem produz conteúdo adulto".
VEJA MAIS
Enquanto a plataforma própria não entra no ar, Andressa segue ativa em serviços de conteúdo adulto, como o Privacy, onde já comercializa materiais exclusivos.
A assinatura mensal custa R$ 200, com planos promocionais de R$ 480 para três meses (20% de desconto) e R$ 600 para seis meses (50% de desconto).
Polêmica do vídeo com o filho
Na sexta-feira (02/01), a influenciadora e criadora de conteúdo adulto chocou a web ao afirmar que atendeu a pedidos de seguidores de plataformas de conteúdo adulto ao anunciar a gravação de um material ao lado de seu filho, Arthur Urach.
De acordo Urach, a decisão teria sido tomada após planejamento e avaliações pessoais e psicológicas com o filho, Arthur, de 20 anos.
Internautas não acreditam que o vídeo seja real e pode ser algum tipo de jogada de marketing de Andressa: “Eu acho que deve ser algum bait, ela disse que gravou com o filho", disse um.
Bíblia como justificativa e nota do advogado
Andressa Urach rebateu as críticas e comentários, afirmando que a Bíblia registra "relações mais próximas" entre parentes.
Para tratar do caso, a influenciadora contratou o advogado Rodolfo Warmeling, de Blumenau, que divulgou uma nota à imprensa afirmando que não há ilegalidade na produção do conteúdo, desde que envolva apenas adultos e seja com consentimento mútuo, além de rebater informações consideradas falsas sobre o assunto.
Na nota, a defesa afirma que não existe, no ordenamento jurídico brasileiro, norma que criminalize o incesto entre pessoas maiores de idade e plenamente capazes, destacando que reprovações morais ou éticas não se confundem com ilegalidade.
O advogado ressalta ainda que o caso envolve exclusivamente adultos, exercendo atividade lícita, com publicação em plataformas legalmente constituídas e com acesso restrito a maiores de 18 anos.
Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web de OLiberal.com.
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA