Dia Mundial do Rádio destaca força e credibilidade do Sistema Liberal de Rádio no Pará
Sistema Liberal de Rádio segue consolidado há décadas no cotidiano paraense
Celebrado nesta sexta-feira (13), o Dia Mundial do Rádio reforça a relevância de um dos meios de comunicação mais tradicionais e, ao mesmo tempo, mais resilientes da história. Mesmo em plena era digital, marcada pela multiplicidade de plataformas e pelo consumo acelerado de informações, o rádio segue como um instrumento essencial de informação confiável, prestação de serviço, entretenimento e proximidade com a população. No Pará, esse papel é desempenhado de forma histórica pelo Sistema Liberal de Rádio, que integra o Grupo Liberal e acompanha, há décadas, o cotidiano dos paraenses.
Com presença consolidada no rádio tradicional e forte atuação nas plataformas digitais, o Sistema Liberal de Rádio alia credibilidade, dinamismo e inovação tecnológica, ampliando seu alcance sem abrir mão da essência radiofônica: a informação em tempo real, a linguagem próxima e a conexão direta com o público. Ao se adaptar às novas formas de consumo, levando o conteúdo para aplicativos, transmissões com imagem e ambientes digitais, o rádio do Grupo Liberal reafirma sua importância como concessão pública comprometida com o interesse coletivo, mantendo-se atual, acessível e indispensável, mesmo diante das transformações impostas pela era digital.
Diretor do Sistema Liberal de Rádio e apresentador do Liberal+ Notícias, o jornalista e radialista Abner Luiz destacou o papel pioneiro do Grupo Liberal na adaptação do rádio às transformações tecnológicas e na ampliação do alcance do meio por meio das plataformas digitais. Segundo ele, o grupo soube acompanhar a evolução do rádio ao levá-lo para ambientes digitais, conseguindo se comunicar com um público ainda mais amplo, sem perder a essência do veículo.
Com 27 anos de profissão, Abner ressaltou que o rádio, além de entretenimento e informação, cumpre uma função de responsabilidade social. Em se tratar de uma concessão pública, a prestação de serviço à população é muito importante. “O rádio consegue te informar em tempo real”, disse.
Cultura de ouvir rádio é forte no Pará, diz Abner
Para ele, o dinamismo do rádio segue como um diferencial, sobretudo pela capacidade de informar em tempo real e de se adaptar às novas formas de consumo de conteúdo. Atualmente, segundo o radialista, o rádio não está restrito ao aparelho tradicional. Ele pode ser acessado pelo celular, pela televisão, por aplicativos e plataformas digitais, oferecendo melhor qualidade de som e, em muitos casos, também imagem. Essa multiplicidade de formatos amplia o alcance e fortalece a linguagem do rádio, que, na avaliação de Abner, continua sendo um meio que aproxima quem fala de quem ouve.
Apesar de, durante muito tempo, ter sido apontado como um veículo que ficaria ultrapassado com o avanço da tecnologia, o rádio permanece forte, especialmente no Pará. De acordo com o jornalista, a cultura de ouvir rádio ainda é muito grande no estado, tanto no rádio jornalístico, que permite ao ouvinte se informar em tempo real, quanto no rádio musical, que cria identidade e fidelidade com a emissora ao longo do tempo. “O Rádio Notícia é um exemplo disso, onde tu consegue te informar em tempo real. Rádio Música onde você consegue ter uma identidade com aquela emissora, porque já vem acompanhando ela há um tempo”, disse.
Esse conjunto de fatores, segundo ele, contribui para fortalecer o sistema de rádio do Grupo Liberal. Ao falar sobre a renovação da audiência, Abner explicou que a aproximação com o público jovem ocorre a partir da presença nas mídias digitais. Ele avalia que, embora o jovem esteja cada vez mais ligado ao celular, o rádio consegue se aproximar dessa geração quando investe em imagem, entretenimento, promoções, transmissões esportivas e conteúdo multiplataforma. Caso contrário, o meio tende a manter apenas o público tradicional, tanto no rádio notícia quanto no rádio musical.
O jornalista também destacou que a credibilidade do rádio está diretamente ligada à linha editorial, à forma como a informação é apresentada e à confiança construída pelo veículo e pelo profissional. Para ele, ainda existe uma forte identidade entre o radialista e o ouvinte, o que reforça a ligação entre o público, o comunicador e a emissora.
Por fim, Abner Luiz enfatizou que o serviço público é parte essencial da missão do rádio e do jornalismo. Como concessão pública, o meio carrega responsabilidade sobre sua programação e sobre o conteúdo que veicula. Quando essa função é bem cumprida, segundo ele, o rádio exerce um papel fundamental e gera impactos positivos significativos para a sociedade.
“Não há o ‘fake news’, não há o ‘eu acho’”, destaca Bad Boy
O radialista Paulo Fernando, conhecido como Bad Boy, apresentador do Manhã Liberal+ e do Liberal+ Esporte, disse que a história do Grupo Liberal, por meio de suas rádios, se confunde com a do povo do Pará pela credibilidade e pela presença constante no cotidiano da população. Ele atribuiu essa construção ao visionarismo de Romulo Maiorana, que idealizou e fundou o Grupo Liberal, que se transformou em um dos principais grupos de comunicação do Brasil.
De acordo com Paulo Fernando, desde o início, o Grupo Liberal assumiu a responsabilidade de oferecer informação com credibilidade ao ouvinte, leitor e telespectador, atuando de forma integrada no rádio, jornal e televisão.
“O rádio tem esse dom de levar a informação em tempo real”, disse. Para ele, essa característica foi fundamental para que o público paraense desenvolvesse confiança no sistema de comunicação do grupo. Além de informar, o rádio também leva entretenimento, alegria e, quando necessário, notícias difíceis, sempre com compromisso com a veracidade dos fatos. “Mas, acima de tudo, a credibilidade. Não há o fake news, não há o ‘eu acho’. Estamos sempre em cima do lance para levar notícias com veracidade, que deixam o povo do Pará bem informado”, afirmou, ao relacionar essa postura à alta audiência das emissoras.
Ao comentar o papel do rádio em um cenário marcado pela desinformação, Paulo Fernando ressaltou que a credibilidade é uma exigência permanente dentro do Grupo Liberal. Segundo ele, nenhuma informação é divulgada sem checagem rigorosa. “A gente checa a notícia”, disse. Embora reconheça que a internet ampliou o acesso à informação, o radialista alertou que o ambiente digital também abriga conteúdos que buscam alarmar a população. “Mas ela surgiu, também, como ‘reduto de parasitas’, de pessoas que querem o mal da informação, querem, às vezes, alarmar o povo”.
Público é convidado a viver um sonho
Nesse contexto, ele defendeu o jornalismo sério como ferramenta essencial para filtrar, confirmar e divulgar informações corretas. “Por isso que os números do Grupo Liberal são fantásticos. O povo do Pará sabe: quem ouve, assiste ou lê o Grupo Liberal sabe que a informação tem veracidade”, afirmou.
Questionado sobre a reinvenção do rádio na era digital e sua capacidade de dialogar com as novas gerações, o radialista comparou o meio ao samba, citando uma analogia com o cantor Paulinho da Viola para reforçar que o rádio não perdeu sua relevância. Há muito tempo eu escuto esse papo furado, dizendo que o samba acabou
Só se foi quando o dia clareou”, diz um trecho da canção “Eu canto Samba”.
“É o rádio”, disse. Apaixonado pelo veículo desde os oito anos de idade, ele destacou o poder do rádio de estimular a imaginação do ouvinte, especialmente em transmissões esportivas. Para Paulo Fernando, o radialista conduz o público a “viver um sonho”, criando mentalmente cenas e emoções que não dependem da imagem. “O rádio sempre foi teu companheiro de emoções fortes”, afirmou.
Ele também ressaltou a agilidade do rádio em comparação a outros meios. Enquanto a televisão exige estrutura técnica mais complexa, no rádio basta que o profissional entre no ar para levar a informação de forma imediata e responsável. “O rádio é instantâneo, automático, sério e com muita credibilidade”, afirmou, definindo o meio como “imorrível”.
Com 32 anos de atuação na comunicação, Paulo Fernando reforçou que o rádio segue como um companheiro constante do público, mantendo sua relevância mesmo diante das transformações tecnológicas e da multiplicidade de plataformas digitais.
Gerente de Programação da Rádio Liberal, Edmilson Mota disse que, há 20 anos, já se ouvia falar que a rádio ia fechar. Primeiro, com a chegada da TV. E, depois, quando começou a Rádio Web, mídia social e podcast. “Mesmo assim, a rádio permaneceu e vejo que foi o essencial no nosso cotidiano por ser um meio de comunicação imediato, como principal fonte de informação confiável, hoje principalmente em áreas remotas ou nos carros”, disse. “O rádio, aplicativos e podcasts crescerem muito e o rádio, na verdade, se adaptou à área digital”, afirmou ele, que tem 35 anos de profissão.
Edmilson Mota destacou que o Grupo Liberal acompanhou essa área de streaming e a era digital, levando informações, entretenimento, notícias, músicas, além da cultura local. “Com a era das fake news, as rádios se mantêm como um meio seguro para levar notícias verdadeiras para os ouvintes”, concluiu.
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