Conforme as investigações, o suspeito, de forma proposital e sem consentimento, utilizou um aparelho celular para gravar imagens da vítima enquanto proferia expressões de cunho objetificante contra ela
A Polícia Civil apurou ainda que o investigado frequentemente permitia a entrada de terceiros no imóvel para consumo de álcool e drogas, bem como impedia que outro filho da vítima prestasse os cuidados necessários à mãe
A ação foi uma ação conjunta entre as polícias Civil e Científica, além do Instituto Carmen Américo (ICA), da Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais (CDDA) da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Pará (OAB-PA) e da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (SEPDA)
A investigação apurou que o suspeito teria induzido uma idosa ao erro, aproveitando-se da relação de confiança existente e de sua condição de vulnerabilidade
Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que a vítima foi passar as férias na casa do tio e ele se aproveitou da convivência familiar e da confiança para abusar sexualmente da menina
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