A ação é um desdobramento do trabalho policial denominado “Apocalipse”, realizado no dia 2 de setembro do ano passado. Na ocasião, o celular do “Cobra D’água” foi apreendido
A organização agia de forma padronizada, com desaparecimento de provas, incriminação de terceiros sabidamente inocentes, utilização de testemunhos falsos, entre outros
Segundo a Polícia Militar, moradores relataram que o condutor de um caminhão de lixo, ao dobrar, não teria visto a vítima, que estava parada na esquina, e a atingiu
Entre o material apreendido havia barbatanas de espécies ameaçadas de extinção. A prática, extremamente cruel, é responsável por severos impactos ambientais
Segundo as investigações da Polícia Civil, os envolvidos utilizavam anúncios reais de veículos, enviando fotografias e dados verídicos dos bens para induzir as vítimas ao erro, simulando intermediação legítima da venda
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