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Telégrafo: comerciante chinês é conduzido à delegacia após acusar esposa de coronel da PM de furto

Segundo pessoas que circulam pelo local, não é a primeira vez que o empresário acusa alguém de roubo

Ana Laura Carvalho

Um comerciante chinês foi conduzido à delegacia na manhã desta terça-feira (30) após, supostamente, acusar uma mulher de furtar objetos da loja dele, localizada na Feira do Telégrafo, na avenida Senador Lemos, entre as travessas Djalma Dutra e Coronel Luís Bentes, em Belém. A mulher, no entanto, seria esposa de um coronel da Polícia Militar do Pará, informaram testemunhas que a conhecem por se tratar também de uma empresária, com empreendimento naquele perímetro. Ela mesma teria acionado os agentes do 1º Batalhão, responsável pela segurança da área, para resolver a situação.

Ao ser abordado pelos policiais, o empresário ofereceu resistência. Mas logo recebeu ordem dos PMs para entrar na viatura e foi conduzido, assim como a suposta vítima, para a Seccional da Sacramenta, onde o caso foi registrado. No estabelecimento, ninguém quis comentar o assunto. Por meio de nota, a Polícia Civil do Pará informou que o caso foi registrado na Seccional Urbana da Sacramenta, através de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). “Os envolvidos no caso foram encaminhados para a unidade policial para prestar esclarecimentos”, disse a PC.

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Feirantes que trabalham na área próxima de onde ocorreu a confusão relataram que o empresário chinês teria afirmado para a mulher: “Você está roubando. Você está roubando”. Além disso, ele teria obrigado a suposta vítima a abrir a bolsa para mostrar o que havia dentro.

“Essa não é a primeira vez que ele faz isso. Volta e meia ele desconfia de alguém e acusa que a pessoa está roubando aí. Já aconteceu com a minha esposa e meu filho. A gente era cliente daí, mas depois do que ele fez, nunca mais eu piso aí dentro. Quando ela [a esposa] me contou, nem que eu fosse preso, mas eu vinha quebrar tudinho aqui. Ela que não deixou”, desabafou um mototaxista que trabalha na área e não quis ser identificado.

Polícia
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