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'Não tinha proximidade com ela. Era amiga de amigos meus', afirma médico legista sobre influencer

Euler André Magalhães da Cunha deixou a Divisão de Homicídios após cerca de quatro horas de depoimento nesta segunda-feira (20)

Ana Carolina Matos / O Liberal

Nesta segunda-feira (20), o médico legista Euler André Magalhães da Cunha deixou a Divisão de Homicídios após cerca de quatro horas de depoimento. Ele havia sido arrolado como testemunha do caso da influenciadora Yasmin Cavaleiro de Macêdo, de 21 anos, e chegou a ter o testemunho remarcado na última sexta-feira (17). 

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O homem, que estava na mesma lancha que a vítima e tem fotos publicadas com a jovem em redes sociais, afirmou que não tinha proximidade com a vítima. "Nunca tive contato próximo com ela. Nunca andei com ela no carro, nunca convidei ela à festa, não tinha número de telefone, não sabia onde ela morava. Eu estava com outra pessoa. Não tinha proximidade com ela. Era amiga de meus amigos", detalhou.

Encorajado pelo advogado de defesa, Paulo Maia, o médico disse ainda que havia se relacionado com outra pessoa dentro da embarcação. "Chegando a bordo, eu comecei a conversar com outra pessoa e comecei a me relacionar com essa outra pessoa na lancha", destacou.

Euler é médico legista lotado no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) e na Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). Não há informações se Euler teve acesso ao corpo de Yasmin após a morte da jovem. Entretanto, por precaução, o afastamento dele de suas funções foi solicitado à Polícia Civil e ao CPCRC para não atrapalhar as investigações. A informação sobre esses pedidos foi dada por Luiz Araújo, advogado da família de Yasmin.

Inicialmente, as investigações foram conduzidas pela Delegacia de Polícia Fluvial, mas passaram para a Divisão de Homicídios, sob o comando do titular da DH, o delegado Cláudio Galeno.

Relembre o caso

Yasmin Cavaleiro de Macêdo, de 21 anos, desapareceu por volta de 22h30 da noite do último domingo (12), após participar de um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém, a convite do empresário Lucas Magalhães de Souza. O corpo da jovem foi encontrado às 12h40 de segunda-feira (13), em Icoaraci.

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Segundo o Corpo de Bombeiros do Pará, Yasmin foi encontrada por mergulhadores do 1º Grupamento Marítimo Fluvial (1º GMAF), a aproximadamente 11 metros de profundidade. Várias testemunhas já foram ouvidas, diferentes versões foram apresentadas, o que faz com que o caso ainda seja rodeado de mistérios.

As informações sobre como a vítima caiu da embarcação e não foi vista pelos outros ocupantes ainda são levantadas pela PC. Apenas o resultado de um exame necroscópico, já solicitado pelas autoridades policiais, deverá indicar a causa exata da morte de Yasmin.

Polícia
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