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Caso juíza Monica de Oliveira: Associação de Magistrados do RN lamenta morte

Entidade de classe dos magistrados do Rio Grande do Norte lembrou a trajetória profissional da juíza Monica Andrade

Victor Furtado

A Associação de Magistrados do Rio Grande do Norte (Amarn) publicou uma nota de pesar pela morte da juíza Monica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira, encontrada morta num carro na manhã desta terça-feira (17), em Belém. O corpo da juíza foi deixado pelo marido, o também juiz João Augusto Figueiredo Júnior, na Divisão de Homicídios da Polícia Civil em Belém.

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Na nota, a Amarn destacou que a juíza era associada. Ela tinha 47 anos e era natural de Barra de Santana (PB). Atuava no judiciário de Rio Grande do Norte desde 2016, titular da Vara Única de Martins e diretora do foro da comarca.

"A magistrada deixa um casal de filhos, irmãos e sobrinhos, a quem dedicamos nossas orações para que recebam o conforto necessário neste momento de tristeza e dor, assim como rogamos aos emissários divinos que a acolham e a amparem na morada celestial", dizia a nota.

Na publicação da Amarn, nas redes sociais, vários colegas de trabalho e amigos lamentavam a morte da magistrada.

Entenda o caso

A Polícia Civil, por enquanto, investiga um possível suicídio da juíza, com base no relato do juiz e marido dela. O caso está sendo conduzido de forma sigilosa. O corpo de Monica já foi periciado e liberado pelo Instituto Médico Legal (IML). Ela apresentava um ferimento por arma de fogo no peito.

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Após levar o corpo dentro do carro para a Divisão de Homicídios da PC, o juiz João Augusto prestou depoimento e foi liberado. A PC ainda não comentou o assunto oficialmente, nem mesmo sobre a adulteração do local da morte de Monica e demais procedimentos.

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Um primeiro velório simbólico está sendo feito em Belém, mas ela só deve ser sepultada na Paraíba, na cidade natal dela.

Polícia
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