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Novo míssil da Rússia: veja o que é e como funciona o RS-28 Sarmat

O armamento, apelidado no ocidente de "Satã-2" , pode carregar 10 a 15 ogivas nucleares independentes com a capacidade de destruir uma área equivalente à França

Thalles Leal

O governo da Rússia anunciou hoje (20/04) o primeiro teste completo do seu novo míssil nuclear intercontinental RS-28 Sarmat, chamado por analistas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de 'Satanás-2'. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, o novo míssil é o armamento nuclear mais poderoso da história. Entenda como funciona o Sarmat e qual a sua potência.

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O que é o RS-28 Sarmat

O Sarmat é um míssil balístico intercontinental para emprego nuclear desenvolvido pelo Estado russo desde 2009 e anunciado em 1° de março de 2018, junto com seis outros armamentos com capacidades nucleares. O míssil foi concebido como substituto do R-36M, apelidado no ocidente como SS-18 'Satan'.

Como funciona o novo míssil russo

Além de ser mais rápido que seu antecessor, o Sarmat é capaz de carregar de 10 a 15 ogivas nucleares de movimento independente. Isso significa que um único míssil 'Satã-2' pode bombardear nuclearmente vários alvos espalhados pelo mundo. O alcance total do armamento é de 18 mil quilômetros, o suficiente para acertar qualquer lugar do planeta.

O presidente russo Vladimir Putin declarou que o Sarmat pode superar todos os sistemas de defesa antimísseis modernos e não tem paralelos no mundo. Já o Pentágono afirmou que os testes do novo míssil não são uma ameaça para os Estados Unidos e seus aliados.

Qual a potência do míssil

Cada ogiva nuclear utilizada no RS-28 Sarmat pode ter até 3 megatons de potência, o que equivalente ao poder destrutivo de 200 unidades da bomba nuclear utilizada pelos Estados Unidos em Hiroshima no ano de 1945. Em medidas espaciais, o míssil 'Satanás-2' pode destruir uma área equivalente à França.

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