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Fora do UFC, paraense Bruno Souza pensa no futuro: ‘Tem muita coisa para acontecer'

Lutador analisou sua participação na organização e falou dos planos para o futuro

Aila Beatriz Inete

Bruno “The Tiger” Souza estreou no UFC seis dias após assinar o contrato com a organização. O lutador, que nasceu em Pernambuco, mas é radicado no Pará, não conseguiu vencer na estreia e nem na segunda luta que disputou no Ultimate. Com isso, o atleta foi cortado do evento.  

“The Tiger” é pupilo do ex-campeão meio-pesado do UFC Lyoto Machida. Era uma das apostas do lutador para a organização. No entanto, Bruno não conseguiu mostrar volume na organização. 

A sua estreia foi contra o armenio Melsik Baghdasaryan. Como não teve tempo hábil para se preparar, Bruno não chegou tão bem fisicamente para o combate, inclusive, o paraense não conseguiu bater o peso e entrou no octógono 1,6 kg acima da categoria dos penas. Com isso, os dois atletas protagonizaram uma luta morna, sem grandes trocas de golpes. 

Olhando para trás, ele reconhece que ter aceitado a luta influenciou muito no seu desempenho. 

“[Em] uma semana não tem como se preparar para lutar. Mas também sabemos que é o jeito que o UFC trabalha, vários atletas também passam por isso. Mas, ao mesmo tempo, te coloca na corda bamba, caso você perca a primeira, em relação à segunda, que aí não tem margem de erro”, declarou Bruno. 

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Já na sua segunda apresentação no UFC, o paraense foi mais bem preparado e chegou a ameaçar o adversário Luis Saldana algumas vezes. Contudo, os golpes e a movimentação do karatê não foram o suficiente para ele vencer o combate. 

“Eu acredito que poderia ter lutado melhor nas duas, independente do tempo, poderia ter sido um pouco melhor. Na primeira [luta] fizemos uma estratégia para desacelerar o meu adversário, já que fui chamado com seis dias. A segunda já foi o contrário, aceleramos bastante, acredito que lutei bem, porém o resultado não veio”, analisou o paraense. 

Tendo o Lyoto como um dos principais incentivadores, Bruno contou que sempre conversa com o mentor. Segundo ele, os dois têm pensado sobre o futuro e, mesmo com a curta passagem pelo Ultimate, o paraense acredita que ainda tem coisas boas para ele no futuro. 

 (Divulgação)

“Lyoto é meu guru, converso muito com ele. Ele acreditava que teríamos pelo menos mais uma luta junto ao UFC, mas não aconteceu. Hoje em dia, conversamos muito sobre aprender com essas situações que a vida nos coloca, e claro, estamos planejando o futuro, ainda sou muito novo, estou longe do meu auge físico, técnico e de experiência, então eu sei que ainda tem muita coisa para acontecer”, relatou. 

Bruno ainda não sabe exatamente qual será o próximo passo. Ele afirmou que a LFA (Legacy Fighting Alliance), organização em que ele foi campão, é onde ele se sente em casa, mas disse que está “analisando algumas propostas, desafios, que podem ser tão interessantes” para o futuro.

(Aila Beatriz Inete, estagiária, sob supervisão de Pedro Cruz, coordenador do Núcleo de Esportes)

 

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