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Jornalistas sul-americanos escapam da prisão na Ucrânia graças à tatuagem do Maradona

Repórter chileno e cinegrafista argentino conseguiram se livrar da prisão no país em conflito graças ao amor pelo futebol

Beatriz Reis

O amor ao futebol mostra pode salvar vida e foi o que aconteceu com uma equipe de repotagem sul-americana que conseguiu escapar de uma prisão na Ucrânia. Em uma entrevista para à Folha, o cinegrafista argentina Juan Zamudio contou sobre os momentos de tensão que passou junto ao lado de outros profissionais em uma estrada a caminho de Lviv.

Zamudio contou que estavam fazendo registros do caminho até uma das cidades atacadas pelas tropas russas, quando acabaram parados por duas viaturas policiais que exigiram, além dos documentos dos profissionais, câmeras, celulares e notebooks. Os jornalistas foram levados para a delegacia da cidade, onde tiveram problemas de comunicação com as autoridades.

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Os profissionais apelaram para uma linguagem universal: o futebol. Quando os policiais ouviram os nomes dos maiores ídolos do futebol argentino, Messi e Maradona, Juan mostrou sua tatuagem em homenagem ao eterno camisa 10 da Seleção da Argentina.

Já o chileno Daniel Matamala também decidiu mostrar aos policiais uma fotografia ao lado do Messi, jogador do Paris Saint-Germain e do capitão da seleção. Segundo o cinegrafista, o tratamento dos policiais mudaram com os profissionais. Os jornalistas recuperaram os docuemntos, equipeamentos e foram liberados para seguirem viagem.

Segundo o próprio cinegrafista, um carimbo da Rússia, de quando foi cobrir a Copa do Mundo de 2018, teria levantado a desconfiança das autoridades de que os jornalistas estariam a serviço do governo russo.

(Estagiária Beatriz Reis, sob supervisão do editor executivo de OLiberal.com, Carlos Fellip)

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