De arrepiar! Corpo de Dinho, do 'Mamonas Assassinas', é exumado e item é encontrado intacto
A exumação dos cinco músicos ocorreu na última segunda-feira (23), quase 30 anos após a tragédia que interrompeu a carreira do grupo.
Quase três décadas após o acidente aéreo que matou os integrantes da banda Mamonas Assassinas, um detalhe envolvendo o vocalista Dinho chamou a atenção durante a exumação dos corpos.
A exumação dos cinco músicos ocorreu na última segunda-feira (23), quase 30 anos após a tragédia que interrompeu a carreira meteórica do grupo. Um item usado no sepultamento do cantor foi encontrado preservado dentro do caixão, surpreendendo familiares e pessoas próximas.
O procedimento foi realizado por motivos administrativos e legais. Parte das cinzas dos músicos será destinada ao plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério Vertical, em Guarulhos, como um gesto simbólico de preservação ambiental e de continuidade da memória da banda.
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O que foi encontrado intacto no caixão?
A jaqueta, usada para o enterro de Dinho, estava preservada no caixão, surpreendendo familiares e diversos fãs. O estado de conservação da peça de roupa gerou comoção entre os presentes, por permanecer praticamente intacta após décadas.
Segundo Jorge Santana, primo do cantor e CEO da marca ligada à banda, a descoberta foi o momento mais marcante da exumação. “A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, afirmou.
Ele acrescentou que, por estar preservada e separada dos restos mortais, a peça poderá integrar o memorial dedicado ao grupo. A intenção é restaurá-la e emoldurá-la para futura exposição ao público.
Relembre a tragédia
O acidente aéreo que vitimou a banda aconteceu em 1996 e marcou profundamente a música brasileira, quando a aeronave em que o grupo viajava colidiu com a Serra da Cantareira, na zona norte de São Paulo. O avião tentava realizar a aproximação para pouso no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos após um voo fretado.
A bordo estavam o vocalista Dinho e os músicos Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, além do piloto Jorge Luiz Germano Martins, do copiloto Alberto Takeda, do roadie Isaac Souto e do segurança Sérgio Porto. Não houve sobreviventes.
(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web de OLiberal.com).
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