CONTINUE EM OLIBERAL.COM
X

Cine PE abre 30ª edição celebrando três décadas do audiovisual brasileiro

Programação segue até o dia 7 de junho, quando serão anunciados os vencedores desta edição

Amanda Martins e Ismaelino Pinto
fonte

A abertura da 30ª edição do Cine PE reuniu realizadores, convidados e espectadores na noite da última segunda-feira (1º), no Teatro do Parque, no Centro do Recife. O evento marcou o início da programação comemorativa dos 30 anos do festival, que segue até o próximo dia 7 de junho com exibições de filmes e atividades voltadas ao audiovisual brasileiro. A cobertura é acompanhada com exclusividade pelo jornalista e colunista do Grupo Liberal, Ismaelino Pinto.

VEJA MAIS

image Produtora Sandra Bertini fala sobre expectativa para festival Cine-PE ao Mangueirosamente
O bate-papo online abordou a expectativa para 27ª edição, que terá uma programação ampla entre os dias 4 a 9 de setembro, em Recife

image Obra de Nazaré Pereira é reconhecida como Patrimônio Cultural do Pará
Deputados estaduais aprovaram projeto de lei por unanimidade, destacando a relevância da artista acreana para a cultura amazônica e paraense

image Mosqueiro recebe 1ª Feirinha Literária no feriado de Corpus Christi
Organizada pelos Escritores da Praia e pelo Gipace/IFPA, o evento promove o encontro de leitores e artistas na Praça da Vila

Ao celebrar três décadas de trajetória, o festival destacou sua atuação na difusão de produções nacionais e no incentivo à formação de novos profissionais do setor. A coordenadora e diretora do Cine PE, Sandra Bertini, afirmou que a edição tem um significado especial por representar o resultado de décadas de trabalho em favor do cinema nacional.

“Eu vejo essa edição com uma responsabilidade muito grande, ao mesmo tempo que eu percebo que é uma edição diferenciada, porque é como se a gente estivesse entregando todo o nosso trabalho que a gente pensou durante trinta e seis anos, resumindo o que a gente fez. Está aqui nessa tela do cinema do Teatro do Parque, onde a gente pode ver filmes de todo o Brasil, com muitas narrativas diferentes, de muitos estados, filmes maiores, filmes menores, mas filmes que representam a produção do audiovisual brasileira”, destacou.

Sandra também ressaltou o papel do festival no incentivo à formação de profissionais e no desenvolvimento de ações voltadas aos estudantes da rede pública. “Eu acho que a gente foi para o ponto de empurrão, de alavancar, de fazer a pessoa sentir que realmente era aquela praia que ela queria continuar no cinema. (...) Sempre com muito cuidado também com a área de formação, preocupado com projetos sociais, que levassem a formação audiovisual para estudantes de rede pública de ensino”, afirmou.

Público acompanha trajetória do festival

Entre os presentes estavam espectadores que acompanham o Cine PE há anos. Para Zenaide Maria de Sousa, uma das frequentadoras mais antigas do festival, a experiência continua marcante. “Minha experiência foi maravilhosa, inesquecível, fantástica. Eu amo demais [participar]. E para mim é vida, é cultura, é alegria, tudo de bom”, declarou.

image As irmãs Zenaide Maria de Sousa e Fátima Maria de Sousa fazem parte da história do Cine PE como espectadoras assíduas desde as primeiras edições (Felipe Souto Maior)

Outra frequentadora assídua, Fátima Maria de Sousa, também destacou a relação construída ao longo dos anos com o evento. “Estar presente todos esses dias. Agradeço primeiramente a Deus por estar aqui todos os dias. Desde o início praticamente. Não tenho nem palavras para dizer. A gratidão, a alegria de estar presente e de se emocionar com cada filme”, disse.

Estreia 

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação da atriz Taís Araújo, que esteve presente para a estreia do longa-metragem "Doutor Monstro".

image A atriz Taís Araújo esteve no Recife para apresentar o longa-metragem “Doutor Monstro” (Felipe Souto Maior)

Escrito e dirigido por Marcos Jorge, o filme é inspirado em um caso real ocorrido no Brasil e acompanha a investigação de um cirurgião plástico condenado pelo assassinato de uma paciente. A narrativa é dividida em três partes e apresenta personagens inspirados nos envolvidos no caso. Na produção, Taís interpreta Cláudia, promotora criada para a adaptação cinematográfica. 

 

Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞
Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱
Cultura
.
Ícone cancelar

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!

ÚLTIMAS EM CULTURA

MAIS LIDAS EM CULTURA