Após 'Três Graças', Xamã revela se vai deixar de ser cantor para atuar em novelas
O ator interpreta o ex-traficante Bagdá, que levava uma vida motivada pelo crime, mas que agora está na tentativa de dar a volta por cima
Com o sucesso de seu personagem Bagdá na novela "Três Graças", o artista Xamã abriu o jogo e revelou se pretende abandonar a carreira musical para seguir a profissão de ator. A revelação foi feita ao colunista Lucas Pasin, do portal Metrópoles, em que o ator destacou que é muito difícil conciliar os dois compromissos da vida dupla, mas que ele não deseja parar de cantar, porque os dois sonhos são importantes.
“É um tabuleiro de xadrez. A coisa mais difícil no início, quando comecei fazendo Renascer, foi conciliar tanta coisa. Agora, a gente já organizou e está tudo certo. Durante a semana faço as gravações da novela e, no fim de semana, faço meus shows. Mas tudo é importante para mim”, disse.
Além de ressaltar as duas profissões, o artista também contou como surgiu o seu amor pela atuação e pelo cinema na vida. “As pessoas não sabem o quanto eu sonhei em trabalhar com cinema. Quando comecei a fazer os meus clipes, me inspirava nos grandes diretores de cinema. Não ficava grandes coisas, porque o equipamento não era tão bom assim. Mas sempre com um flerte com o cinema”, explicou o cantor Xamã.
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Novos projetos musicais de Xamã
Depois que esclareceu que não pretende abandonar a carreira musical, o cantor Xamã ressaltou ainda que já possui lançamentos em mente e planos para novos projetos que serão realizados em breve. Entre essas novidades, o artista revelou que será lançado um álbum totalmente diferente, com referências de afrobeat e música latina, um registro ao vivo das músicas e uma turnê que visitará algumas cidades do país.
“Tem um primeiro que vou lançar agora, que é um álbum mais compacto. De afrobeat e música latina. No segundo semestre estou planejando fazer um álbum ao vivo, percorrendo a minha carreira inteira. E também tenho a minha turnê, que vai passar por várias cidades do Brasil ainda”, concluiu.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
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