Pai de Ana Paula Renault morre e família decide manter participação em reality
Equipe da participante informa que a decisão respeita desejo do pai, que queria vê-la no programa
A equipe de Ana Paula Renault informou, neste domingo, a morte do pai da participante, Gerardo Henrique Machado Renault. A comunicação foi feita por meio de nota oficial divulgada nas redes sociais.
Segundo o comunicado, a família optou por não retirar Ana Paula do programa neste momento. A decisão, de acordo com a equipe, atende a um desejo manifestado pelo próprio pai ainda em vida.
A nota destaca que a permanência da participante no reality não está relacionada a questões financeiras, mas a um projeto pessoal construído ao longo dos últimos anos.
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Família diz que decisão atende desejo do pai
De acordo com o texto divulgado, o retorno de Ana Paula ao programa representa a realização de um objetivo cultivado por cerca de 10 anos. A participação também foi incentivada pelo pai, que desejava vê-la novamente nesse espaço.
Ainda conforme a equipe, a escolha de manter Ana Paula no reality foi tomada com base em três fatores principais:
- o desejo expressado por Gerardo Henrique Machado Renault em vida;
- o significado pessoal da participação para Ana Paula;
- o respeito à trajetória construída ao longo dos anos.
Pedido por respeito ao momento de luto
No comunicado, a equipe também solicita respeito à dor enfrentada por Ana Paula e seus familiares. A nota não traz detalhes sobre velório ou sepultamento.
A participante deve continuar normalmente no programa, conforme decisão da família.
Quem é Gerardo Henrique, pai de Ana Paula Renault?
Gerardo foi internado no início de abril em um hospital de Belo Horizonte, em Minas Gerais, com um quadro de desidratação e infecção urinária. Ex-político, foi vereador de BH entre 1951 e 1966; mais tarde, foi eleito deputado estadual e ocupou o cargo de 1967 a 1979. Também foi deputado federal (1979-1983) e secretário estadual de Agricultura durante o governo de Francelino Pereira.
Após deixar os mandatos eletivos, seguiu atuando como advogado em Belo Horizonte e, em 1991, foi eleito presidente do Instituto de Previdência do Legislativo de Minas Gerais, função que mantém até hoje.
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