Passageiro é retirado de voo pela PF por se recusar a colocar modo avião no celular
O caso aconteceu nessa sexta-feira (16) em Brasília, no Distrito Federal. A viagem tinha como destino o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro
Um homem foi retirado de um voo em Brasília, no Distrito Federal, após se recusar a colocar o celular no modo avião. O caso aconteceu nessa sexta-feira (16) e contou com ação da Polícia Federal (PF). A viagem tinha como destino o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
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O passageiro se negou a ativar a funcionalidade no aparelho e não quis mostrar o telefone à tripulação. A equipe, então, solicitou que ele desembarcasse, mas houve recusa. Por isso, a PF foi acionada para retirá-lo da aeronave.
O voo estava previsto para decolar de Brasília às 17h45, entretanto, mediante a discussão e saída do homem, a decolagem aconteceu às 19h20. Segundo passageiros, em informações divulgadas pelo g1, uma comissária perguntou ao homem se o celular estava em modo avião. Em resposta, ele disse que não e que “nem se o avião caísse ele colocaria”.
Antes de acionarem a Polícia Federal, outros funcionários tentaram conversar com o passageiro, mas ele se recusou a acionar a função e mostrar o celular. A aeronave chegou a taxiar pela pista de decolagem, porém retornou à baia. O caso aconteceu no voo LA3782 da Latam Airlines Brasil.
Em nota enviada ao g1, a companhia disse que “cumpre rigorosamente os padrões de segurança” e também “adota todas as medidas técnicas e operacionais necessárias”. Confira o pronunciamento na íntegra abaixo.
"A LATAM Airlines Brasil informa que solicitou apoio da Polícia Federal no voo LA3782 (Brasília-Rio de Janeiro/Santos Dumont), na sexta-feira (16/01), em razão do comportamento indisciplinado de um passageiro. Após seu desembarque, o voo decolou às 19h20, com previsão de pouso no destino às 20h50.
A companhia reforça que cumpre rigorosamente os padrões de segurança e que adota todas as medidas técnicas e operacionais necessárias para garantir a segurança de seus passageiros e funcionários."
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