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Mpox no Brasil: confira o que é, quais os sintomas e os riscos de contaminação após o carnaval

O mais novo caso do vírus no Brasil em 2026 foi confirmado na última terça-feira (17) em Porto Alegre

Victoria Rodrigues
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Nas últimas semanas, o vírus Mpox tornou a preocupar os brasileiros após a Vigilância Sanitária de Porto Alegre (RS) confirmar, na última terça-feira (17), o primeiro caso do vírus na capital gaúcha no ano de 2026. O fato é que junto com a Mpox, surgiram também algumas curiosidades sobre os sintomas, a transmissão e os riscos da doença após a passagem do carnaval no país.

O que é o vírus Mpox?

O vírus Mpox é causado por uma variante do vírus do mesmo grupo da varíola e pode ser transmitido quando se está em contato com outra pessoa que esteja infectada pela doença ou mesmo por fluidos corporais, como pus ou sangue das lesões. Além do contato com alguém infectado, o vírus também pode estar presente em objetos contaminados, como roupas, toalhas, roupas de cama e dentre outros.

Um dos sinais mais conhecidos da doença é a lesão de bolinhas com líquido claro ou amarelado, que podem formar crostas, secar e cair naturalmente. Na maioria das vezes, as feridas se concentram no rosto, na palma das mãos e na planta dos pés, mas elas podem ocorrer também em outras partes do corpo mais isoladas, como por exemplo nos órgãos genitais e no ânus.

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Quais o sintomas da Mpox?

De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sintomas da Mpox incluem:

  • Febre;
  • Calafrio;
  • Fraqueza;
  • Dor de cabeça;
  • Dores no corpo;
  • Linfonodos inchados (ínguas);
  • Erupções cutâneas ou lesões de pele.

Há maiores riscos de contaminação após o carnaval?

Com o fim da maioria dos bloquinhos de carnaval, algumas pessoas se questionam se esse período pode influenciar diretamente no aumento de contaminação por Mpox no Brasil. “Eventos como o Carnaval, que envolvem grandes aglomerações e contato próximo entre pessoas, aumentam o potencial de transmissão, incluindo a Mpox”, revelou a infectologista Giovanna Marssola em entrevista à Veja.

Mas embora os casos possam ter chances de aumentar no Brasil depois do período carnavalesco, o Ministério da Saúde informou que tomar algumas precauções simples já ajudam a prevenir a doença no dia a dia, são elas:

  • Higienizar bastante as mãos com álcool em gel ou água e sabão;
  • Se houver circulação do vírus, usar máscara para evitar contaminação;
  • E evitar o compartilhamento de copos, talheres, garrafas, roupas, toalhas e etc.

(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)

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