Jardins de chuva: saiba o que são e por que Belém vai instalá-los em áreas de alagamento
O projeto da Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), visa melhorias urbanas na capital paraense
A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), iniciou a implantação de jardins de chuva na cidade. Com o objetivo de reduzir os impactos de alagamentos na capital paraense, a ação é parte do conceito de “cidade-esponja” e visa absorver a água, que antes escoava pelas ruas. O projeto transforma locais impermeáveis em solo capaz de ser infiltrado. Entenda mais abaixo.
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O que são jardins de chuva?
Jardins de chuva são espaços com árvores e outras plantas instalados em locais que eram impermeáveis, como calçadas e vias.
Quem vai implantar os jardins de chuva em Belém?
A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), é responsável por implantar os jardins de chuva na cidade.
Para que servem jardins de chuva?
Os jardins de chuva servem para absorver a água da chuva, reduzindo os impactos de alagamentos na cidade.
Onde os jardins de chuva vão ser instalados em Belém?
Em Belém, os jardins de chuva serão instalados em quatro trechos.
- Rua dos Mundurucus com a travessa Quintino Bocaiúva;
- Avenida Marechal Hermes, ao lado do Porto Futuro;
- Travessa Rui Barbosa com a avenida Gentil Bittencourt, ao lado do Centro Cultural e Turístico Tancredo Neves (Centur);
- Travessa Quintino Bocaiúva com a avenida Conselheiro Furtado.
Quais são as vantagens dos jardins de chuva?
Além de reduzirem os impactos de alagamentos, os jardins de chuva possuem outros benefícios.
- Maior qualidade da água em canais urbanos;
- Crescimento de espaços verdes;
- Melhoria do conforto térmico;
- Aumento da biodiversidade;
- Estímulo à educação ambiental e colaboração comunitária.
O que será feito em Belém, além dos jardins de chuva?
O projeto que visa reduzir os impactos de alagamentos em Belém com jardins de chuva possui outras implantações na cidade.
- Canteiros pluviais e biovaletas: direcionam e filtram a água da chuva;
- Bacias de retenção: reservatórios temporários para armazenamento de água durante chuva intensa com liberação lenta;
- Bacias de infiltração: devolvem a água para o solo de forma direta, com recarga do lençol freático e manutenção da umidade da terra;
- Poços de infiltração: em áreas com pouco espaço, direcionam o fluxo de água verticalmente a camadas porosas do subsolo.
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