O presídio onde o banqueiro está detido em Brasília prevê que as visitas aos detentos ocorram por meio de interfone, com filmagem e gravação, ou por videoconferência, também com monitoramento.
As provas reunidas pela polícia incluem imagens de uma câmera de segurança instalada próximo ao convento e a gravação feita por uma testemunha logo após o crime.
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