'Dark Horse': por que o filme sobre Bolsonaro foi gravado em inglês?

Prepare a popcorn e o icecream! O longa-metragem tem estreia mundial prevista para 11 de setembro de 2026.

Victoria Rodrigues
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O filme "Dark Horse" (O azarão, em português) vai retratar a vida do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em uma produção internacional que está em fase de pós-produção e tem estreia mundial prevista para 11 de setembro de 2026, antes das eleições. O roteiro apresenta o condenado por atos golpistas como um “vencedor improvável”, destacando diversos momentos desde a sua trajetória militar e política até sua eleição para presidente.

Além disso, o longa-metragem possui como estopim o a facada sofrida por Jair Bolsonaro em setembro de 2018, em Juiz de Fora (MG), sendo que o autor do ato, Adélio Bispo, aparecerá com outro nome na trama. A produção será protagonizada pelo ator Jim Caviezel, conhecido por protagonizar The Passion of the Christ (A Paixão de Cristo) e possui direção de Cyrus Nowrasteh, com base no enredo escrito por Mário Frias.

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Polêmicas do filme com Daniel Vorcaro

A divulgação do filme de Bolsonaro ganhou repercussão nacional após serem reproduzidas diversas reportagens que apontam que o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, teria buscado apoio financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro para viabilizar o projeto cinematográfico. Mas outro detalhe que também chamou bastante atenção das pessoas foi o filme ter sido gravado apenas em inglês, embora ele seja do Brasil.

Por que o filme de Bolsonaro foi gravado em inglês?

Em dezembro de 2025, o deputado federal Mario Frias (PL/SP), que é autor do roteiro e um dos idealizadores do projeto cinematográfico, revelou que a decisão de gravar o longa-metragem em inglês foi completamente estratégica. Isso porque a intenção desde o início era que o filme ultrapassasse as fronteiras brasileiras e chegasse até o público internacional, para que mais pessoas pudessem assistir a trama. O Brasil, portanto, não é o foco.

Na sequência, Mário disse ainda que esse trabalho tornou-se uma missão após ele ter sofrido dois infartos em 2022. “Optamos por filmar em inglês por uma razão muito clara: esta história precisa ser compreendida pelo mundo (...) Hoje, vejo o filme não apenas como uma obra artística, mas como uma missão. Minha expectativa é que o filme provoque reflexão e alcance pessoas”, explicou Mário Frias em entrevista à Revista Oeste.

(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sohb supervisão de Enderson Oliveira, editor web em Oliberal.com)

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