Kylian Mbappé, capitão da seleção francesa, reagiu ontem à senadora paraguaia Celeste Amarilla, que fez comentários racistas contra ele, após a derrota do Paraguai para a França nas oitavas de final da Copa do Mundo. “Jamais permitirei que pessoas como ela tenham a liberdade de espalhar o seu ódio e racismo pelo mundo”.
Marquinhos, zagueiro e capitão do Brasil, foi o primeiro jogador a falar após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo, ontem. “Pecamos nas coisas que tínhamos de ser eficazes. O futebol está muito nivelado”, disse.
Marina Silva, deputada federal (Rede-SP), expressando solidariedade à senadora Damares Alves (Republicanos-DF), pelas ofensas e ameaças sofridas pela senadora e sua filha. “A misoginia, venha de onde vier e atinja quem atingir, precisa ser enfrentada com firmeza por todas as pessoas que acreditam na democracia, no respeito e na dignidade humana”, completou Marina
Endrick, atacante brasileiro, sobre o técnico Carlo Ancelotti. Em entrevista, ontem, o jogador fez questão de mostrar toda a admiração pelo treinador: “O mister sabe como posso contribuir. Ele não vai fazer o melhor para mim, mas pela equipe”.
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