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Mercado da Marambaia está em situação precária, diz autônoma Silvana Costa

O espaço apresenta diversos problemas, como forro quebrado, sujeira, falta de água, entre outros problemas

Ayla Ferreira com colaboração de Cira Pinheiro
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O Mercado da Marambaia, espaço importante para o comércio de alimentos, artesanato e outros serviços, está abandonado, segundo a autônoma Silvana Costa. Localizado na avenida Dalva, na feira da Marambaia, o espaço apresenta diversos problemas. Não há água nas torneiras e a infraestrutura é precária, com buracos no forro e até mesmo um bueiro entupido. O registro foi feito em 21 de dezembro.

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“O mercado está precário. Precisamos urgente de uma reforma, aqui é um lugar esquecido, que já foi movimentado, mas hoje não é mais. Como dizem no interior, é uma tapera [edificação abandonada]”, afirma Silvana. Ela conta que a última reforma aconteceu há mais de 20 anos, depois disso, nenhuma vistoria para avaliar o que os feirantes necessitam para um bom trabalho foi realizada, segundo a autônoma.

Silvana conta que os trabalhadores do local enfrentam várias dificuldades. Isso porque não há água nas torneiras, dificultando a higiene completa. “Para ter água para os clientes, ou você compra água mineral, ou você espera a boa vontade do vizinho para que ele ceda água do poço para servir os clientes”, diz. E quando chove, a situação piora. O telhado é feito de barro e está cheio de buracos, fazendo com que o ambiente fique alagado por dentro. 

Para melhorar a infraestrutura, os feirantes se uniram e compraram materiais de pintura para renovar o visual do mercado, na esperança de atrair mais clientes, já que não houve manutenção por meio da gestão municipal. “Se você circular aqui na feira, você vai ver o tanto de imundície. Muito lixo, uma desestruturação total. Trabalho aqui há mais de trinta anos, e essa feira funcionava como centro da feira, e aqui foi ficando com abandono total”, relata a autônoma.

Silvana espera um olhar atento da gestão municipal para a situação. “Dê mais uma olhada com carinho para a nossa feira, não pedimos muito, apenas que deêm uma olhada. Sabemos que chegam verbas para as feiras, e cadê as verbas da Feira da Marambaia?”, indaga. Ela chama a atenção para um bueiro entupido no local, e denuncia que mesmo denunciando para os órgãos responsáveis, nenhuma equipe foi até o local solucionar o problema.

A redação solicitou posicionamento à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedcon) e à Secretaria Municipal de Zeladoria e Conservação Urbana (Sezel), ambas da Prefeitura de Belém, e também à Águas do Pará, mas não houve retorno.   

*Ayla Ferreira, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Fabiana Batista, coordenadora do Núcleo de Atualidades.

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