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Demissão

Estagiária é demitida após publicar 'Fux tem que morrer'

Os prints do perfil da estudante foram enviados por um deputado ao RH

Victoria Rodrigues

11 de setembro de 2025 às 17:59

O ministro Luiz Fux votou para absolver Bolsonaro e condenar Cid e Braga Netto.

O ministro Luiz Fux votou para absolver Bolsonaro e condenar Cid e Braga Netto. ( Foto: Foto: Andressa Anholete/ STF )

Uma estagiária da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) foi demitida após publicar, na manhã da última quarta-feira (10), em seu perfil do X (antigo Twitter) a frase “Fux tem que morrer”. A postagem foi realizada pela jovem após o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, votar para absolver o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e mais alguns réus que estão sendo acusados em audiência por golpe de Estado.

A jovem foi descoberta após o deputado distrital Robério Negreiros (PSD) enviar nesta quinta-feira (11) alguns prints da mensagem da estudante para a Diretoria de Recursos Humanos do órgão e pedir providências da Câmara. De acordo com informações do portal Metrópoles, a jovem é estudante do curso de Audiovisual da Universidade de Brasília (UNB) e atuava na área de comunicação da CLDF.

Print da mensagem da jovem que comentou sobre o ministro no perfil do X.
Print da mensagem da jovem que comentou sobre o ministro no perfil do X. (Foto: Reprodução/ X)

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Câmara Legislativa repudiou a publicação

Em nota divulgada pela própria Câmara Legislativa, foi repudiado qualquer discurso de ódio, manifestação ou ataques a autoridades do país.  “A CLDF informa que manifestações de estagiários, servidores ou colaboradores em perfis pessoais não representam, em nenhuma hipótese, a posição institucional da Casa”, escreveu.

Além disso, o órgão público informou ainda que tem o compromisso de aplicar as punições cabíveis em casos como esses. “A CLDF mantém rígido compromisso com a ética, a urbanidade e o respeito aos princípios constitucionais, e assegura que eventuais violações à sua política de comunicação são devidamente apuradas, aplicando-se as sanções cabíveis, em conformidade com a legislação e normas internas”, concluiu.

(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)