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Viúva é esfaqueada 34 vezes na porta de casa; sogra e amante do marido são as principais suspeitas

Segundo a família da jovem, a relação da jovem com a mãe do marido era marcada por brigas e discussões

Victoria Rodrigues
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A viúva Hayanna Almeida, de 28 anos, foi esfaqueada 34 vezes, no último domingo (31), enquanto estava na porta de sua casa, que fica situada na comunidade do Bateau Mouche, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A família da vítima aponta que as principais suspeitas do crime teriam sido a amante do marido e a própria sogra, que possuía uma relação com a esposa do filho marcada por brigas, conflitos e discussões.

Em entrevista ao jornal O Dia, a irmã da vítima explicou como era a convivência da jovem com a sogra. "Hayanna é mãe, filha, irmã, amiga e uma mulher que já havia passado pela dor de perder o marido. Mesmo enfrentando o luto, ela tentava seguir sua vida e cuidar do filho, mas infelizmente nunca teve a oportunidade de viver em paz. Durante meses, ela enfrentou conflitos e perseguições", relatou a irmã de Hayanna.

Antes de sofrer a tentativa de homicídio na frente de sua residência, a família da jovem ainda revelou que ela sofria ameaças constantes tanto da sogra quanto da amante do marido no período em que ele ainda estava vivo. "Minha irmã era constantemente alvo de ameaças e intimidações. O que deveria ter terminado após a morte do seu companheiro apenas continuou e se intensificou", complementou a irmã da vítima.

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Vítima sobreviveu ao ataque, mas suspeitas ainda não foram detidas pela Polícia

Após o ataque com 37 facadas, Hayanna Almeida conseguiu sobreviver ao episódio, pois foi socorrida rapidamente pelos moradores que estavam próximos no momento da tentativa de homicídio e encaminhada ao Hospital Albert Schweitzer, no Rio de Janeiro. No local, a vítima passou por cirurgia e, até o momento, ainda encontra-se internada na unidade hospitalar, mas o quadro de saúde dela é estável.

De acordo com informações da Polícia Civil, o caso foi registrado no 41º DP (Tanque), porém as acusadas ainda não foram presas. "Atacaram minha irmã com intenção de matar, com facadas e estão soltas por aí sem serem punidas pelo crime. Minha irmã recebeu 34 facadas pelo corpo, incluindo ferimentos graves no rosto. É difícil até escrever esse número sem sentir revolta", se indignou a irmã de Hayanna Almeida.

(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)

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