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Suspeito de matar idosa atropelada em Belém presta depoimento

Caso ocorreu no dia 19 de junho. Ela morreu no hospital, no dia seguinte. O suspeito foi apresentado na Divisão de Homicídios da Polícia Civil

O Liberal

O suspeito de atropelar Ana Maria da Costa Brito, de 71 anos, no dia 19 de junho, em Belém, presta depoimento nesta quinta-feira (07). O homem, ainda não formalmente identificado, foi apresentado na Divisão de Homicídios da Polícia Civil, no início da tarde, na capital. A idosa chegou a ser socorrida, mas morreu no dia seguinte, já no hospital.

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Dona Ana Maria passava pela travessa do Chaco, entre a avenida Pedro Miranda e a rua Antônio Everdosa, no bairro da Pedreira. Ela estava andando no leito da pista. O motociclista, que estava com uma passageira, atropelou a idosa e ela caiu. Na queda, a vítima bateu a cabeça e não resistiu.

O taxista Edu da Costa Brito, filho da vítima, disse que soube do acidente por vizinhos. Ele afirmou que a mãe era uma pessoa cuidadosa e gostava muito de ir ao supermercado fazer compras.

“Fiquei sabendo depois umas 9h da manhã quando me acordei e os vizinhos me ligando questionando se eu estava próximo da minha mãe. Eu disse não e ele me responderam dizendo que era pra eu ir lá porque uma moto bateu a minha mãe e ela estava bastante ferida. Só deu tempo de ligar pro meu sobrinho e descobri que ele já estava na ambulância com ela indo para o Metropolitano. Ela estava vindo do supermercado onde todo dia ela ia. As testemunhas disseram que depois do acidente agarram o rapaz que atropelou a minha mãe e que ele estava bastante alterado. Ela era uma pessoa cuidadosa. Morava com o pai e um neto. Ela tinha um casal de filhos e dois netos”, contou Edu.

Um dos netos estava na Divisão de Homicídios. Alec Nicolas Brito Mendes, 22 anos, disse que quer justiça e sentirá muitas saudades da avó. “A gente quer justiça. Ele não pode ficar impune disso não. O que ele fez foi uma barbaridade. Queremos ele preso atrás das grades. Vou sentir muita saudade das brincadeiras que eu tinha com ela. Brincávamos toda vez que eu chegada do treino de jiu-jitsu”, disse o neto chorando bastante.

 

 

Polícia
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