Em Belém, defesa de boxeador nega captura e diz que ele se apresentou espontaneamente à polícia
Em nota, advogada afirma que, no momento da apresentção de Hudson Botelho à polícia, a prisão preventiva dele não havia sido decretada
Neste sábado (27), a defesa do boxeador Hudson Kayan Costa Botelho divulgou nota, contestando a informação de que o investigado teria sido capturado em cumprimento de mandado de prisão, conforme divulgado em Belém.
Hudson foi preso na última quinta-feira (25), pela Polícia Civil, suspeito de agredir Camila Silva, a mãe do filho dele, de cinco meses.
O caso teve grande repercussão em Belém, desde o momento que a notícia passou a circular nas redes sociais, ainda na madrugada de quarta (24), após a denúncia da vítima.
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Na nota, segundo a advogada Dayana Torres, Hudson apresentou-se espontaneamente à Delegacia Especializada, colocando-se voluntariamente à disposição das autoridades. A defesa afirma que, no momento da apresentação, ainda não havia sido decretada A prisão preventiva, motivo pelo qual diz que não houve cumprimento de mandado de prisão, como divulgado.
De acordo com a nota, a decretação da prisão saiu, somente após Hudson comparecer à delegacia. A defesa também alega que a abordagem realizada no interior da delegacia foi arbitrária e motivada pela repercussão do caso na imprensa, circunstância que, segundo a advogada, será objeto de apuração.
Ainda conforme a nota, foram adotadas as medidas jurídicas cabíveis, incluindo representação contra os agentes envolvidos e requerimento para preservação e obtenção das imagens das câmeras de segurança da unidade policial. A defesa afirma que os registros poderão esclarecer a dinâmica dos fatos ocorridos no interior da delegacia.
A nota informa que o processo tramita sob segredo de Justiça e que a defesa não vai se manifestar sobre o mérito da investigação, em respeito à legislação e às garantias do devido processo legal. A nota acrescenta que serão adotadas todas as medidas legais necessárias para resguardar os direitos do investigado.
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