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Duas mulheres são presas suspeitas de integrar organização criminosa no Pará

Investigadas estariam exercendo funções de orientação em um grupo envolvido com tráfico de drogas e atentados contra agentes públicos

O Liberal

Duas mulheres apontadas como integrantes de uma organização criminosa com atuação no Pará foram presas em cumprimento a mandados de prisão preventiva na terça-feira (2) e na quarta-feira (3). As capturas ocorreram nos municípios de Ananindeua e Santa Izabel do Pará, durante novas etapas da Operação Coalizão Pela Paz. De acordo com as investigações, as suspeitas ocupavam posições estratégicas de orientação dentro da estrutura do grupo criminoso.

As ordens judiciais de prisão consistem em medidas cautelares expedidas pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA). A liberação dos mandados ocorreu após representação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Pará (Ficco/PA) e uma atuação direta do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Essas ações fazem parte das investigações que deram origem aos trabalhos da operação.

Uma das prisões foi efetuada no município de Santa Izabel do Pará, onde os agentes contaram com o apoio operacional da Delegacia de Polícia Fluvial da Polícia Civil do Pará. A segunda captura foi realizada no município de Ananindeua, resultado de diligências em campo executadas por equipes da Ficco/PA. O grupo criminoso investigado possui envolvimento em crimes graves, como o tráfico de drogas, a prática de extorsões e a execução de atentados contra agentes de segurança pública.

Balanço de prisões da operação

Com o cumprimento dessas medidas judiciais nesta fase, a Operação Coalizão Pela Paz alcançou a marca de 154 prisões preventivas executadas em território paraense. Esse total de prisões contabiliza todas as ações realizadas pelas forças de segurança desde a deflagração da primeira fase do caso, ocorrida no dia 31 de outubro de 2025.

O trabalho investigativo é coordenado pela Ficco/PA, que atua de maneira integrada no enfrentamento direto ao crime organizado. A força-tarefa é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil do Estado do Pará e pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que unem esforços para a execução das ações policiais no estado.

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