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Condenado a 49 anos de prisão pela morte de cabeleireiros, homem é baleado em Marabá

A vítima estava em um carro modelo Mobi quando dois homens em uma moto se aproximaram e a alvejaram no rosto na noite de quarta-feira (20/5)

O Liberal
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Elvis Gomes Ferreira, de 40 anos, morreu após ser baleado na noite de quarta-feira (20), na rua Kalil Mutran, esquina com a rua do Aeroporto, no bairro Laranjeiras, Núcleo Cidade Nova, em Marabá, no sudeste do Pará. Ele estava em um carro modelo Mobi quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram e efetuaram disparos contra ele, atingindo-o no rosto. Elvis chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo o portal Correio de Carajás, policiais militares do 34º Batalhão de Polícia Militar (34º BPM) foram acionados logo após o atentado. Ao chegarem ao local, os agentes solicitaram uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que encaminhou a vítima para uma unidade hospitalar, onde ela passou por cirurgia antes de morrer.

Em 2016, Elvis havia sido condenado a 49 anos de prisão pelo assassinato do casal de cabeleireiros Nailton Santos Silva, conhecido como Ney, e Adriana Fernandes da Rocha, que estava grávida, no município de Araguatins, no Tocantins.

O julgamento ocorreu no Fórum de Araguatins e mobilizou a cidade à época, além de gerar debates entre acusação e defesa. Durante o processo, Elvis negou participação no crime, mas o júri rejeitou a negativa de autoria, resultando na condenação a mais de 40 anos de reclusão.

Atualmente, Elvis cumpria pena em regime de progressão, etapa em que o detento pode passar do regime fechado para o semiaberto e, posteriormente, para o aberto, desde que atenda aos requisitos previstos em lei e apresente bom comportamento.

Ainda de acordo com o Correio de Carajás, Elvis também era investigado por suposta participação em crimes em Marabá. Até o momento, as motivações do homicídio e a identidade dos suspeitos que efetuaram os disparos permanecem desconhecidas.

A Redação Integrada de O Liberal solicitou um posicionamento da Polícia Civil sobre o caso, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.

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