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POLÍCIA

Acusado de causar prejuízo de R$ 45 mil em instituições bancárias é preso em Marabá

O homem detido na terça-feira (13), após as investigações relacionadas as cinco prisões realizada na semana passada na cidade

O Liberal

14 de dezembro de 2022 às 13:30

As diligências da polícia constataram que o acusado teria recebido dinheiro duas vezes de instituições bancárias se passando por beneficiário

As diligências da polícia constataram que o acusado teria recebido dinheiro duas vezes de instituições bancárias se passando por beneficiário ( Foto: Reprodução / Native News Carajás )

A Polícia Civil do Pará (PCPA) prendeu um homem, de identidade não revelada, investigado pelos crimes de associação criminosa e fraude bancária em Marabá, região sudeste do Pará. A captura do acusado ocorreu na manhã de terça-feira (13) e foi realizada por policiais civis do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI). O prejuízo é estimado em R$ 45 mil. As informações foram divulgadas pelo site Native News Carajás.

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A apuração da Divisão de Combate a Crimes Econômicos e Patrimoniais Praticados Por Meio Cibernéticos (DCCEPC), responsável pela coordenação do trabalho feito na terça-feira (13), constatou que o homem recebeu, duas vezes, dinheiro ao se passar por beneficiários de uma instituição bancária. 

Essa prisão é um desdobramento da operação “Fake Centralis”, deflagrada no último dia 6 de dezembro. A operação feita na semana passada foi desempenhada pela Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Civil do Pará (DECCC) e prendeu cinco pessoas.  

O delegado Luiz Guilherme, da DCCEPC, aponta que o trabalho integrado com o NAI de Marabá é de suma importância para agilizar as buscas dos indiciados. “Estamos em contato diário com nossas equipes do NAI de Marabá para dar cumprimento às medidas cautelares contra esses investigados. Por meio do trabalho investigativo da Polícia Civil foi possível localizar e prender mais um investigado por utilizar da engenharia social para realizar empréstimos de altos valores e faziam as transferências bancárias para os beneficiários intermediários e finais”, contou o delegado.

Durante as diligências, que apuram os crimes de furto mediante fraude eletrônica e associação criminosa, foram realizadas oito buscas e apreensões domiciliares e seis prisões temporárias. Os dados levam em consideração as prisões exercidas na terça-feira (6), na operação Fake Centralis.

As investigações continuam para colher maiores detalhes que possam ajudar na conclusão do inquérito referente ao caso. O suspeito foi detido e ficará à disposição da Justiça.