Climate change threatens castanha-do-Pará harvest
Is it castanha-do-pará, castanha-da-amazônia, or castanha-do-brasil? The answer to this question may vary depending on the Brazilian state and can even spark heated debates that have already circulated on social media. Regardless of the controversies surrounding the name, there is no disagreement about the product’s importance, both economic and cultural, to the entire Amazon region. Between 2020 and 2024, the total annual production in the country ranged from 33,000 to 38,000 tons. Although consolidated figures for the most recent year are not yet available, it is already known that the 2024/2025 Bertholletia excelsa – Brazil-nut harvest suffered a drastic decline of up to 71%. This is indicated by a study conducted by the Kamukaia Network, a collective of researchers from various units of the Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) [Brazilian Agricultural Research Corporation], located in nearly all states of the Legal Amazon. Mudanças climáticas ameaçam safra da castanha-do-pará É castanha-do-pará, castanha-da-amazônia ou castanha-do-brasil? A resposta para essa pergunta pode variar, dependendo do estado brasileiro, e pode mesmo render discussões acaloradas, que já movimentaram as redes sociais. Independentemente das polêmicas envolvendo o nome, o que ninguém discorda é da importância tanto econômica quanto cultural do produto para a região amazônica. Entre 2020 e 2024, a produção total anual do produto no País variou entre 33 e 38 mil toneladas. Embora ainda não haja números consolidados do último ano, já se sabe que a safra 2024/2025 da castanha teve uma queda drástica, de até 71%. É o que aponta um estudo desenvolvido pela Rede Kamukaia, um coletivo de pesquisadores de várias unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), localizadas em quase todos os estados da Amazônia Legal.



