Babassu coconut breakers persist among challenges
It is no coincidence that the name babassu, a native Brazilian tree, originates from the Indigenous word wawasu, meaning “large fruit.” It is a palm tree that can reach up to 30 meters in height and produces three to five abundant clusters, each containing hundreds of nuts. The grandeur of this giant of nature is evident in its ability to withstand wildfires and predator attacks, as well as in the unique relationship it has developed with human communities. A group of extractivists preserve the centuries-old tradition of gathering babassu fruits, cracking the nuts, and making use of every part of them. They are the babassu coconut breakers (quebradeiras de coco), women who live primarily in the states of Maranhão, Piauí, Pará, and Tocantins, along the border between the Amazon and Cerrado biomes, in a region known as the Babassu Forests (Mata dos Cocais). There, they balance tradition with the challenges of preserving sustainable production practices and passing them on from one generation to the next. LIBERAL AMAZON Quebradeiras de coco babaçu resistem em meio a desafios Não é à toa que o nome babaçu, uma árvore nativa brasileira, tenha origem na palavra indígena "wawasu" que significa "fruta grande". É uma palmeira que pode chegar a até 30 metros de altura, com uma produção de três a cinco cachos exuberantes, cada um contendo centenas de cocos. A imponência dessa gigante da natureza se revela na capacidade de resistir a queimadas e ataques de predadores, bem como estabelecer uma relação única com a espécie humana. Um grupo de extrativistas preserva a tradição secular de coleta do babaçu, quebra do coco e aproveitamento de todas as suas partes. São as quebradeiras de coco, que vivem, principalmente, nos estados do Maranhão, Piauí, Pará e Tocantins, na fronteira dos biomas Amazônia e Cerrado, região conhecida como Mata ou Zona dos Cocais. Nessa área, elas se dividem entre a tradição e os desafios de preservar modos de produção sustentáveis, de geração para geração.



