Shipwrecks in the Amazon: human error accounts for 60% of river tragedies

On April 24, the Amazonas State Court charged boat captain Pedro José da Silva Gama, who was piloting the launch Lima de Abreu XV, which sank at the meeting of the Negro and Solimões rivers in Manaus in February of this year. The accident resulted in three fatalities, and five people remain missing. The sinking of the Lima de Abreu XV was not an isolated case. The Amazon region has a long history of shipwrecks, with and without fatalities. The two largest shipwrecks ever recorded in Brazil occurred in the region: the Novo Amapá, which sank near Almeirim, in western Pará, in January 1981, killing more than 400 people; and the vessel Sobral Santos 2, which sank in the municipality of Óbidos, also in western Pará, leaving around 340 people dead in September of the same year. The three shipwrecks mentioned share a common factor: imprudence. LIBERAL AMAZON Naufrágios na Amazônia: erro humano responde por 60% das tragédias nos rios No último dia 24 de abril, a Justiça do Amazonas tornou réu o comandante de embarcação Pedro José da Silva Gama, que pilotava a lancha Lima de Abreu XV, naufragada no encontro das águas dos rios Negro e Solimões, em Manaus, em fevereiro deste ano. O acidente resultou em três vítimas fatais e cinco pessoas permanecem desaparecidas. O acidente da lancha Lima de Abreu XV não foi um caso isolado. A Amazônia tem intenso histórico de naufrágios, envolvendo vítimas fatais ou não. São da região os dois maiores naufrágios já registrados no País: o do barco Novo Amapá, que afundou próximo de Almeirim, no oeste do Pará, em janeiro de 1981, e que vitimou mais de 400 pessoas; e o do navio Sobral Santos 2, que naufragou no município de Óbidos, também na parte ocidental do Pará, deixando cerca de 340 pessoas mortas, em setembro do mesmo ano. Os três naufrágios relatados têm um mesmo fator em comum: a imprudência.

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