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Mudanças climáticas podem reduzir drasticamente espécies abundantes na Amazônia; entenda

A pesquisa será apresentada no 58º Encontro Anual da Associação de Biologia Tropical e Conservação (ATBC), que começa nesta sexta-feira (10), e vai até a próxima terça-feira (14), em Cartagena, na Colômbia.

Saul Anjos / Especial para O Liberal

Um estudo feito por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade de Nice, na França, constatou que mudanças climáticas globais podem reduzir espécies abundantes na Amazônia. As informações são da Agência Museu Goeldi.

A pesquisa será apresentada no 58º Encontro Anual da Associação de Biologia Tropical e Conservação (ATBC), que começa nesta sexta-feira (10), e vai até a próxima terça-feira (14), em Cartagena, na Colômbia. 

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O Projeto de Estudo da Seca da Floresta (ESECAFLOR) simula artificialmente a redução das chuvas em uma parcela de 1 hectare da floresta, que recebe 50% água, por conta de ser recoberto com seis mil painéis plásticos transparentes. Os pesquisadores contabilizaram o número de arbustos da espécie Faramea anisocalyx durante nove anos e resultou na drástica redução. 

Na floresta Amazônica, existe a parte chamada de sub-bosque, formada por plantas que ficam abaixo do topo das grandes árvores, que inclui mudas mais jovens e vegetais de menor estatura. 

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O ESECAFLOR iniiou em 2002 e continua em ativa até hoje, considerado o único experimento que simula impacto de redução hídrica em um laboratório a céu aberto, levando em conta a saúde dos seres vivos, distribuição própria e como reagem num ambiente mais seco. 

 

Pará
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