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Em cinco meses de 2021, Pará dobra número de mortos por covid-19 em relação a todo o ano de 2020

No ano passado, o Estado teve 7.199 óbitos pela doença. Nos primeiros cinco meses e dez dias de 2021, já foram 14.920 vidas perdidas para o novo coronavírus

Daniel Nardin / O Liberal

Assim como acontece na relação entre Brasil e outros países do mundo, os números de mortos por covid-19 no Pará e no Brasil, este ano, também já ultrapassaram os registrados ao longo de todo o ano passado. No Brasil, nos seis primeiros meses deste ano, foram registradas 287.159 mortes, enquanto que, em todo o ano passado, o número foi de 194.976 óbitos pelo novo coronavírus. No país, essa marca foi ultrapassada ainda nos quatro primeiros meses de 2021.

O Pará também acompanha a tendência do aumento no número de mortes por covid-19. No entanto, em termos de casos, o número de infecções de 2020 ainda supera aos registrados em 2021. De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) do dia 31 de dezembro de 2020, o Estado tinha 293.802 casos e 7.199 óbitos. Passados cinco meses e dez dias, o Estado tem agora 531.958 casos e 14.920 óbitos, segundo o boletim divulgado ontem pela Sespa. Ou seja, este ano, foram registrados 238.156 casos e 7.721 mortes.

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Os levantamentos sobre os casos de covid-19 no Brasil são feitos diariamente por um grupo de veículos de comunicação, desde o mês de junho de 2020, para dar transparência ao cenário da doença no Brasil, por causa da limitação pelo Ministério da Saúde. Compõem o chamado consórcio da imprensa os veículos de comunicação G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL, cujos jornalistas coletam nas secretarias estaduais de Saúde, os números sobre mortes e contaminados.

Variantes do vírus

Um dos principais culpados é uma versão agressiva do covid-19 que se espalhou para sul desde a Amazônia até as principais cidades do país, mostram os dados de Johns Hopkins. O surto de casos resultante sobrecarregou os hospitais locais, o que significa que muitos pacientes gravemente doentes morreram depois de não terem recebido cuidados médicos adequados. Esta variante mais contagiosa, conhecida como Gama, tornou-se também um grande flagelo em toda a América do Sul.

Na Índia, variantes de rápida propagação como Alpha, a variante identificada pela primeira vez no Reino Unido no ano passado, e Delta, identificada pela primeira vez na Índia no final do ano passado, estão por detrás de uma epidemia que adoeceu quase 30 milhões de pessoas e ceifou mais de 359.500 vidas, de acordo com Johns Hopkins. Os médicos preocupam-se especialmente com a variante Delta, que se está a revelar mais virulenta, atingindo os doentes mais jovens com mais força do que em ondas anteriores de infecção.

Pará
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