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Belarus tem conflitos violentos com repressão a protestos após eleições

Dezenas de pessoas ficaram feridas, a polícia reagiu de forma truculente contra os manfestantes e pelo menos 220 pessoas foram presas

Reuters

Pelo menos uma pessoa morreu quando a polícia bielorrusa entrou em confronto com manifestantes, nesta segunda-feira, após a oposição acusar o presidente Alexander Lukashenko de fraudar sua reeleição, diante de uma série de críticas de líderes ocidentais. 

A polícia disparou bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo e usou bastões para dispersar milhares de pessoas na capital Minsk, na segunda noite seguida de violência. Manifestantes estabeleceram barricadas em várias partes da cidade. 

Um homem morreu após tentar arremessar um dispositivo explosivo não identificado contra a polícia e que estourou em suas mãos, segundo o governo. A imprensa local disse que conflitos estavam sendo registrados em outras cidades. 

No poder há mais de um quarto de século, Lukashenko declarou sua vitória arrebatadora contra Svetlana Tikhanouskaya, uma ex-professora de inglês que emergiu da obscuridade para liderar o maior desafio ao governo em anos. 

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, disse que a votação "não foi livre e justa" e criticou "a violência contra os manifestantes e a detenção dos apoiadores da oposição". 

Observadores internacionais não consideram que as eleições sejam justas e livres em Belarus desde 1995, e o período que antecedeu a votação mais recente contou com prisões de alguns dos rivais de Lukashenko e investigações criminais de outros que declaram oposição ao seu governo.

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