Diretor e funcionário do Remo brigam no Baenão e caso vai parar na delegacia

O caso ocorreu na última quarta-feira (06); motivo do tumulto teria sido divergências na seleção de atletas em peneirada

Redação Integrada

Uma briga envolvendo dois funcionários do Clube do Remo, no estádio Evandro Almeida, o Baenão, em Belém, provocou ida à delegacia e gerou um Boletim de Ocorrência. O caso ocorreu na última quarta-feira (6). Dois atletas do futebol profissional, o lateral esquerdo Tiago Félix e o volante Wenderson, foram citados como testemunhas.

De acordo com o documento da Polícia Civil, o diretor da base do Remo, Felipe Maia, relata que foi agredido fisicamente, com socos e enforcamento, por um funcionário da base do clube, Ronaldo Nazareno Gentil Leão Junior, depois de uma conversa sobre prestação de contas. 

Ronaldo Junior Leão confirmou a briga, mas questionou a versão apresentada por Felipe Maia no BO. "Há coisas erradas. Primeiro que ele (Felipe) é colaborador e não diretor. Ele veio ao clube para me afrontar. Ocorreu a briga sim, mas não foi por causa de prestação de contas", disse.  

A Assessoria de Comunicação do Remo informou que o diretor Felipe Maia pediu afastamento do clube. A reportagem tentou contato telefônico com Felipe, no entanto, não obteve êxito. 

Os ânimos estão exaltados no clube. Em janeiro, uma discussão terminou em tumulto e tiros na sede do Clube do Remo, localizada na Avenida Nazaré, bairro de Nazaré, em Belém. De acordo com a Polícia Civil, o motivo foi um desentendimento entre um dos filhos do delegado Márcio Cavalcante e o dono do bar que funciona dentro do clube. Em determinado momento, o delegado sacou a arma e atirou para o alto. 

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