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Com a volta do público, torcedor do Paysandu lamenta não poder levar seu filho aos jogos

Luiz Loureiro não teve a companhia do seu fiel companheiro no jogo contra o Botafogo-PB, pela Série C

Fabio Will / O Liberal

A pandemia afastou os torcedores dos estádios, em Belém, a espera foi de quase um ano e sete meses até o reencontro com o time do coração, porém, para o Luiz Loureiro, de 37 anos, torcedor do Paysandu, a partida que marcou a volta da Fiel à Curuzu não foi completa, faltou o seu companheiro de estádio, que não pôde entrar.

Com a liberação da torcida nos estádios, ficou vetado a entrada de crianças, pois a vacinação contra a covid-19 ainda não chegou para elas e o protocolo de saúde cobra as duas doses da vacina. Com isso, o pequeno Enzo, de nove anos, não pôde acompanhar o pai na Curuzu. Luiz conversou com a equipe de O Liberal e detalhou como foi difícil ir ao estádio sem o filho.

“Ir aos jogos sempre foi um programa tradicional na nossa família. Nos dias antes do jogo almoçávamos assistindo programa esportivo e ele me questionava quando poderíamos voltar aos jogos. Foi de partir o coração saber que no retorno do público não teria ele e minha esposa, passou a semana toda perguntando se eu iria, que era para eu dar um jeito dele entrar. No dia pediu para que eu filmasse os jogo , queria ouvir o grito da torcida”, disse.

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Desde pequeno

Luiz sempre incentivou o filho no futebol, desde a barriga da mãe o pequeno Enzo já ia ao estádio. Para o pai, não ter o filho na Curuzu é de uma tristeza enorme.

“O Enzo me trouxe outro significado de vida. Saber que hoje ele ama o Paysandu assim como eu e não poder ter a companhia dele nos jogos é muito triste, assim como a minha esposa Paloma. Acredito que em breve estaremos juntos novamente nos estádios”, comentou.

Família Loureiro

Proibição 

O pai de Enzo analisa como prudente, mas questiona que em outros locais, principalmente fechados, não são tem todas as exigências que são cobradas nos estádios de Belém.

“A proibição é prudente, porém, não é coerente. Em outros espaços como shoppings, festas infantis, já estão liberados e sempre lotados e nos estádios não pode? Inclusive os estádios são locais abertos diferente dos outros que citei”, questionou.

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Paysandu

O Paysandu tinha um plano de sócio-torcedor voltado para as crianças, o “Lobinhos”, que foi encerrado por conta da pandemia e o veto do protocolo de saúde. A equipe de O Liberal entrou em contato com o clube bicolor, que informou em nota que o plano foi encerrado por conta da obrigação das duas doses da vacinas nas crianças, que ainda iniciou. O Papão informou ainda que para a temporada 2022 o plano de sócio-torcedor será reformulado e lançado para o público infantil.

Paysandu
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