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Clássico é com ele! Atacante do Paysandu quer manter retrospecto positivo contra o Remo

Recuperado de lesão, Robinho pode pintar como peça no ataque bicolor. Segundo o atleta, jogar diante da torcida remista não fará diferença. Na quarta, diz ele, a decisão 'é em casa'

Luiz Guilherme Ramos

Em 180 minutos, Clube do Remo e Paysandu decidem quem põe a mão na Taça Estrela do Norte, como o grande Campeão Paraense de 2022. Para tanto, precisa enfrentar um duelo difícil, que vai exigir muita precisão e entrosamento de seus homens, sobretudo os de linha de frente.

Entre eles está o atacante Robinho, que se recuperou recentemente de uma lesão na coxa direita, no transcorrer da primeira fase, voltou a ser opção de ataque para o técnico Márcio Fernandes. Ele entrou na partida contra o Águia, no lugar de Serginho. O bom desempenho fez com que Fernandes redesenhe o esquema tático bicolor, que sofre com a dúvida sobre a presença de Danrlei.  

Assim, o atacante segue na expectativa por uma possível entrada na final. “Todos nós queremos ser titulares, mas o treinador sabe o que é melhor e todos nós buscamos o nosso espaço, formando um time valente e forte”, diz. Para ele, a decisão contra os azulinos já era aguardada há muito tempo. 

“Com certeza é o jogo que estávamos esperando. Todos nós, a torcida, já estávamos com a cabeça nessa final, contra o nosso maior rival, onde queremos fazer um grande jogo para decidir com a vantagem dentro da nossa casa”, revela. O Paysandu encara o Remo após a melhor campanha de todo campeonato, mesmo assim, decisões através de clássicos deixam o time com o pé atrás, sem saber o que esperar do outro lado, na presença da torcida adversária.

“Não tem diferença jogar lá primeiro. Vamos jogar mesmo com a pressão do torcedor deles, pois depois teremos a nossa torcida nos incentivando. Será um jogo bastante disputado, só que o time está determinado a sair com vantagem”. Para Robinho, o Re x Pa não chega a ser algo que assuste, haja vista o seu longo e positivo histórico de clássicos. 

“Meus históricos são bons. Não me recordo o último clássico que tenha perdido. Graças a Deus sempre saio com vantagem. Foi assim lá com Ceará e Fortaleza, Esporte e Santa Cruz, Confiança e Sergipe. Meu histórico é muito bom”, ressalta. 

Paysandu
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