Relembre os jogadores paraenses que foram convocados para a Copa do Mundo; veja a lista

Última vez que um atleta natural do Pará entrou em campo em um Mundial foi em 1998

Andre Gomes

A pouco mais de duas semanas do início da Copa do Mundo do Catar, o clima do torneio já toma conta dos apaixonados por futebol. Como uma espécie de esquenta do Mundial de 2022, a equipe de O Liberal relembra agora os jogadores paraenses que já defenderam as cores da Seleção Brasileira na Copa.

Sócrates em ação pela Seleção Brasileira (Divulgação)

Sócrates

Um dos maiores nomes do futebol brasileiro, Sócrates, natural de Belém, disputou duas Copas com o Brasil: em 1982, na Espanha, e 1986, no México. Ídolo do Corinthians e líder da democracia corintiana, o Doutor foi titular em todas as partidas da Seleção em ambos os Mundiais, totalizando 10 jogos no torneio - o meia marcou quatro gols. Nas duas edições, o Brasil terminou em quinto lugar.

Craque paraense, Giovanni teve passagem pela Seleção Brasileira (Paulo Giandalia/Folha Imagem)

Giovanni

Último paraense a entrar em campo em uma Copa, o meia Giovanni, o Messias, foi convocado para o Mundial de 1998, realizado na França. O jogador, também natural da capital paraense, foi titular na estreia do Seleção, na vitória por 2 a 1 contra a Escócia, na partida de abertura do torneio.

No entanto, o jogador logo perdeu espaço no time de Zagallo, por não encaixar no sistema do então técnico. Giovanni, ídolo do Santos e também do Barcelona, foi vice-campeão do mundo com o Brasil em 98.

Paulo Victor foi convocado para a Copa de 86 (Arquivo CBF)

Paulo Victor

Menos conhecido dos três paraenses, o goleiro Paulo Victor, outro belenense, foi opção no banco de reservas, na Copa de 86, já que o titular era Carlos. Paulo não chegou a entrar em campo. O jogador fez história no Fluminense, com mais de 460 partidas com a camisa do Tricolor Carioca. Paulo Victor defendeu as cores de Remo (1992) e Paysandu (1993) na reta final da carreira.

Paulo Henrique Ganso não conseguiu a tão esperada chamada para uma Copa (Mowa Press/Divulgação)

Ficou no quase

Atualmente no Fluminense, poucos imaginavam que em 2022, o meia Paulo Henrique Ganso, natural de Ananindeua, não teria disputado nenhuma Copa. Uma das principais promessas do futebol brasileiro no final dos anos 2000, Ganso sofreu com lesões no Santos e também no São Paulo, que lhe custaram maiores oportunidades com a Seleção.

Chegou até a ter a convocação pedida por ex-jogadores para o Mundial de 2010, mas Dunga, então treinador do Brasil, não foi convencido a chamar o paraense.

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