Atacante do Paysandu e novo contratado do Remo participaram de episódio polêmico: "Foi um deslize"

Jheimy comentou o assunto que ocorreu em 2018, quando estava no Botafogo-SP

Redação Integrada

O mundo do futebol é repleto de episódios polêmicos. Um deles, reuniu atletas recém-integrados aos elencos de Paysandu e Remo.

No ano passado, o atacante Jheimy, hoje no Paysandu, o meia Guilherme Garré, do Remo,  além do também meia Everton Heleno, infringiram regras na concentração do Botafogo-SP. O clube alegou, à época, que o trio teve um problema comportamental. Todos foram desligados do elenco do time paulista. 

Jheimy abordou o assunto em entrevista coletiva. "Estava no lugar e na hora errada. É chato de falar. Não fiz nada demais. E o próprio Botafogo me procurou para voltar, deixei as portas abertas". 

O atleta bicolor garante que foi um episódio isolado na carreira. "Nunca sequer tive multa por atraso em treino. Foi o único deslize que aconteceu. Isso já é passado". 

Desafio 

Jheimy é um atleta de confiança do atual treinador do Paysandu, Léo Condé. "É a terceira vez que trabalho com o Condé. Vamos torcer para dá certo". 

Jheymi na expectativa de estrear pelo Papão (Jorge Luiz/Paysandu)

Paraense de Jacundá, embora criado em São Luís-MA, Jheimy considera que vestir a camisa do Paysandu é um peso enorme. "É um dos maiores desafios da minha carreira, já vesti grandes camisas como do Atlético-MG. Sou do Pará, já vim jogar contra, o estádio está sempre cheio. A pressão é boa", avaliou.

Expectativa 

O Papão recebe o Tombense MG, nesta segunda-feira (6), no estádio da Curuzu. Por obrigação, o clube bicolor lutará pelos três pontos. Jheimy pode aparecer na equipe diante da irregularidade do atacante Paulo Henrique, que foi titular na estreia contra o Ypiranga-RS. "A gente treinou com afinco e vive nessa expectativa", disse Jheimy. 

Jheimy sabe que a disputa pela posição é acirrada. Além dos dois, ainda há Paulo Rangel 'correndo por fora'. "Não temos certeza de quem começará como titular, pois quem decide isso é o técnico, contudo ele (Léo Condé) tem conversado comigo e acredito nessa possibilidade de jogar. O nosso treinador está fazendo o melhor para o time, então, é deixar nas suas mãos".

O atacante tem 12 anos de futebol profissional e, de acordo com sites especializados, marcou um total de 117 gols. A média é quase igual a 10 gols por ano. "Já trabalhei com o Léo (Condé) e sei que ele é de propor o seu o jogo. Não é de ficar esperando ser atacado. Vai pra cima, mas sem querer jogar aberto. A Série C é um campeonato cheio de surpresa. Temos que pontuar nos jogos de casa", aponta.

A lei do ex? 

Jheimy destaca no time mineiro a presença do volante Augusto Recife que foi ídolo bicolor e conhece a Curuzu como poucos. "Temos que respeitar os adversários, mas o Paysandu tem que manter sua condição de favorito dentro de casa, ser forte em seu próprio campo. Acho difícil eles aqui dentro proporem seu jogo", projeta.

Rodado no futebol brasileiro, o atacante sabe da força do Tombense que foi seu adversário em outras temporadas. "Sei que se trata de um time de empresários e quando atuei na região de lá (jogou pelo Atlético Mineiro e Boa Esporte) enfrentei-os. Não é adversário fácil. Fez um bom Campeonato Mineiro. Trata-se de uma equipe rápida e o professor (Léo Condé) nos passou um pouco das características do times deles em vídeo", conta.

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