Matheus Cunha e Vini Jr decidem, Brasil vence o Haiti e lidera o Grupo C da Copa do Mundo Atacantes do Manchester United e do Real Madrid marcaram os gols da primeira vitória brasileira no torneio Junior Cunha | Especial para O Liberal 19.06.26 23h30 Dupla 'europeia' ditou o ritmo da Seleção na partida na Filadélfia. (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal) Ufa! Saiu a primeira vitória do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Contra o Haiti, nesta sexta-feira (19), a Seleção Brasileira contou com uma atuação inspirada da dupla Matheus Cunha e Vini Junior para vencer por 3 a 0. A vitória colocou a Seleção Brasileira na liderança do Grupo C da Copa do Mundo. Com quatro pontos, o Brasil supera Marrocos, que soma a mesma pontuação, no saldo de gols. Sem pontuar, o Haiti está eliminado do Mundial e vai cumprir tabela na última rodada. No fechamento da primeira fase, o Brasil vai encarar a Escócia na próxima quarta-feira (24), às 19h (de Brasília) em Miami, nos Estados Unidos. No mesmo dia e horário, mas em Atlanta, Marrocos e Haiti vão se enfrentar. Os duelos definem os classificados do Grupo C à próxima fase da Copa do Mundo. Recado dado Tenso e ansioso. O início de jogo do Brasil foi resumido nessas duas palavras. Embora com maior domínio de campo e bola, a Seleção Brasileira voltou a sofrer com a ansiedade na Copa do Mundo. Diferente do que aconteceu na estreia contra Marrocos, o Haiti representava pouco perigo ao Brasil. E isso desde quando os grupos do Mundial foram sorteados em dezembro de 2025. A ansiedade brasileira fez com que Raphinha ficasse "meio corpo" na frente da linha defensiva do Haiti e anulasse o primeiro gol da Seleção no jogo. Aos 11 minutos, Bruno Guimarães encontrou um passe por elevação no meio de três haitianos para o atacante do Barcelona sair de cara com Placide. Na conclusão, gol. Mas impedido por posição irregular. Raphinha sentiu a posterior da coxa e deixou o jogo ainda no primeiro tempo. (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal) O recado havia sido dado. A Seleção Brasileira amassou o Haiti no primeiro tempo e o gol era questão de tempo. Para ser mais preciso, 11 minutos. Antes, ainda teve Raphinha saindo de cara com Placide e batendo para fora, mas novamente em posição irregular. Até que aos 21 minutos, Vini Junior apareceu em campo, fez a individual na grande área e bateu firme. Placide fez a defesa, mas deu rebote nos pés de Matheus Cunha. Gol de uma das apostas de Ancelotti após a desastrosa estreia contra o Marrocos. Matheus Cunha disputou a bola para abrir o placar. (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal) O caminho estava oficialmente aberto! E sabendo dosar cadência com aceleração, a Seleção Brasileira foi para o intervalo com um placar maior. Aos 35 minutos, Vini Junior voltou a puxar pelo meio e esticou para Matheus Cunha. Sozinho, ele invadiu a área e bateu com força no alto, sem chances para Placide. Brasil 2 a 0 com a sintonia da dupla Vini e Cunha. Nos acréscimos, foi a vez do atacante do Real Madrid relembrar a época de categoria de base do Flamengo. lançamento de Lucas Paquetá e Vini Junior de cara com Placide: 3 a 0! Momentos de testes O segundo tempo foi bem aproveitado pelo técnico Carlo Ancelotti. Sem abrir mão de ditar as ações da partida, o treinador italiano optou por oxigenar a equipe com algumas mudanças. Além da entrada de Rayan no primeiro tempo - ocasionada por uma lesão de Raphinha -, Ancelotti colocou em campo Gabriel Martinelli e Endrick, dois atletas que encerraram a temporada 2025/26 em alta na Europa. Endrick, inclusive, ganhou o apelo de praticamente todos os brasileiros pelas boas atuações no Lyon. Time mais leve em campo, mas que sentiu a primeira chegada do Haiti no segundo tempo. Com 17 minutos, um escanteio gerou um salseiro na área brasileira. A cabeçada de Adé na grande área obrigou Alisson a fazer grande defesa e em seguida Marquinhos afastar o perigo. Isso aos 17 minutos. A resposta veio com Gabriel Martinelli. A troca de passes envolvente de Lucas Paquetá, Bruno Guimarães e Vini Junior resultou em passe do camisa 7 para o atacante do Arsenal. De primeira, ele chapou no ângulo e a bola ficou no travessão. Mas o lance já estava parado por impedimento de Vini Junior. Brasil x Haiti em imagens Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Foto: Tarso Sarraf/O Liberal Sem acelerar o jogo, o Brasil passou a entregar mais a posse de bola aos haitianos, que não demonstraram qualidade suficiente para tornar difícil a vida da defesa brasileira. Quando voltou a colocar correria em campo, duas chances claras surgiram. Na primeira, Douglas Santos apareceu de surpresa pela esquerda e soltou o pé. A bola foi na arquibancada. Na segunda, Endrick recebeu dentro da área e marcou o quarto da Seleção Brasileira. Mas, mais uma vez, a arbitragem pegou posição irregular e anulou o gol. Nos minutos finais, ainda deu tempo de Éderson perder um gol quase que gol com o vazio após Martinelli arrancar pela esquerda e bater cruzado. O volante do Atalanta acabou furando e mantendo o placar em 3 a 0 para o Brasil. Ficha técnica Brasil 3 x 0 Haiti Local: Lincoln Finalcial Field, Filadélfia-EUA Data: 19.06.2026 Hora: 21h30 (de Brasília) Árbitro: Alejandro José Hernández Hernández (Fifa/ESP) Assistentes: José Enrique Naranjo (Fifa/ESP) e Diego Sanchez (Fifa/ESP) VAR: Carlos del Cerro Grande (Fifa/ESP) Cartão amarelo: Douglas Santos (Brasil) | Arcus, Pierrot, Jean Jacques (Haiti) Cartão vermelho: Gols: Matheus Cunha (22' e 35' 1ºT) e Vini Junior (47' 1ºT) Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães (Éderson) e Lucas Paquetá (Gabriel Martinelli); Raphinha (Rayan), Matheus Cunha (Endrick) e Vini Júnior (Danilo Santos). Téc.: Carlo Ancelotti. Haiti: Johny Placide; Arcus (Simon), Ricardo Ade, Hannes Delcroix, Martin Experience e Duverne; Bellegarde (Etienne) e Jean Jacques; Providence (Joseph), Pierrot (Isidor) e Casimir (Deedson). Téc.: Sebastien Migne. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Copa do Mundo . Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo! Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é. Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos. Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado! 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